Encontramos 4 fornecedores de Teste de Difusão Pulmonar

Neuromed Exames E Diagnosticos Ltda

Fornece: Exames Admissionais, Exames Demissionais, Teste de Difusão Pulmonar, Teste de Capacidade Pulmonar Total e mais outras 1 categorias

Palmas - TO
Desde 2014
Gso Exames

Fornece: Exames de Admissão, Exames Admissionais, Exames Demissionais, Teste de Difusão Pulmonar e mais outras 1 categorias

Rio de Janeiro - RJ
Desde 2019
Prosperar Fisioterapia E Funcao Pulmonar Ltda

Fornece: Equipamentos para Fisioterapia e Reabilitação, Prova de Função Pulmonar, Ventiladores Pulmonares, Exame de Eletrocardiograma e mais outras 5 categorias

São Paulo - SP
Desde 2007
Lifecare Exames

Fornece: Exames Admissionais, Exames Demissionais, Teste de Difusão Pulmonar, Teste de Capacidade Pulmonar Total

Brasília - DF
Desde 2015

Teste de Difusão Pulmonar

O Teste de Difusão Pulmonar é um procedimento diagnóstico fundamental para avaliar a capacidade de transferência de gases através da membrana alveolocapilar dos pulmões. Equipamentos e insumos para este teste são utilizados principalmente em laboratórios clínicos, centros ocupacionais e em departamentos de saúde e segurança do trabalho de empresas dos setores industrial, mineração, metalurgia e químico. Sua aplicação permite monitorar a saúde respiratória de colaboradores expostos a agentes inalantes, fumos metálicos, poeiras industriais ou solventes, contribuindo para o cumprimento de normas trabalhistas e de biossegurança.

Produtos Mais Procurados

  • Equipamento de Teste de Difusão Pulmonar por Monóxido de Carbono (DLCO): Modelo automático com capacidade para análise rápida, interface digital e calibração conforme normas ANVISA.
  • Módulo Integrado para Teste de Difusão em Espirometria: Acoplável a espirometrógrafos, possui compatibilidade com sistemas de gerenciamento de dados e saída USB.
  • Capilares e Circuitos Respiratórios Descártaveis: Proporcionam controle de contaminação cruzada, disponíveis em diferentes tamanhos e materiais hipoalergênicos.
  • Cilindro de Gás Padrão (CO/Helio) para Difusão Pulmonar: Essencial para manutenção da precisão dos resultados, fornecido em diversas concentrações e volumes, conforme especificações técnicas.
  • Software de Análise para Testes Pulmonares: Soluções para armazenamento de resultados, geração de laudos e integração com prontuários eletrônicos.
  • Filtros de Partículas para Equipamentos de Difusão: Responsáveis pela proteção do paciente e do equipamento, fabricados em fibra de vidro ou espuma de alta densidade.

Os principais critérios de especificação ao adquirir equipamentos e insumos para Teste de Difusão Pulmonar incluem sensibilidade e precisão dos sensores, compatibilidade com protocolos internacionais (GLI, ATS/ERS), capacidade de armazenamento de dados, facilidade de higienização e atendimento às normas técnicas nacionais. Diferentes materiais de fabricação, opções de interface e escalas de medição são avaliados conforme o porte do laboratório ou clínica e o fluxo de exames realizados.

Perguntas Frequentes

O teste de difusão pulmonar (DLCO — Capacidade de Difusão do Monóxido de Carbono) mede a eficiência de transferência de gases entre os alvéolos e a corrente sanguínea. É indicado na investigação de dispneia inexplicada, no diagnóstico e acompanhamento de doenças intersticiais pulmonares (fibrose pulmonar, sarcoidose), enfisema, hipertensão pulmonar, anemia e no monitoramento de pacientes em uso de fármacos potencialmente pneumotóxicos como amiodarona, bleomicina e metotrexato.

O método padrão é a técnica de respiração única (single breath). O paciente expira ao máximo até o volume residual, inala uma mistura gasosa contendo monóxido de carbono (CO) a 0,3% e hélio (traçador inerte) até a capacidade pulmonar total, sustenta a apneia por 10 segundos e expira lentamente. Uma alíquota do gás expirado é analisada por espectrometria de massa ou sensores infravermelhos para calcular a transferência de CO e, consequentemente, a eficiência da membrana alvéolo-capilar.

O teste deve seguir as diretrizes técnicas da ATS/ERS publicadas em 2017 (e atualizadas em 2022), que estabelecem critérios de aceitabilidade, reprodutibilidade, valores de referência e interpretação dos resultados. No Brasil, a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) adota essas diretrizes para padronização da prática clínica. A interpretação deve ser realizada por médico pneumologista ou especialista habilitado, com laudo assinado conforme as resoluções do CFM.

Hemoglobina (Hb) é o principal fator de correção: anemia reduz a DLCO independentemente de doença pulmonar, exigindo ajuste pelo valor de Hb do paciente. Tabagismo recente eleva a carboxiemoglobina, interferindo na medição; recomenda-se abstinência de pelo menos 4 horas. Altitude, pressão barométrica e volume pulmonar no momento da manobra também influenciam. Pacientes com CVF abaixo de 1,5 L frequentemente não conseguem realizar a manobra de forma aceitável, limitando a aplicabilidade do teste.

A espirometria avalia a mecânica ventilatória — volumes e fluxos de ar — sendo sensível para detectar obstrução (asma, DPOC) e restrição. O DLCO avalia a integridade da membrana alvéolo-capilar e a superfície de troca gasosa, sendo complementar à espirometria. Uma espirometria normal não exclui alteração de difusão; doenças intersticiais precoces e enfisema podem reduzir o DLCO antes de alterarem significativamente os volumes espirométricos. A associação dos dois exames aumenta consideravelmente a acurácia diagnóstica.

O teste de difusão é demandado principalmente por hospitais universitários e de alta complexidade, clínicas especializadas em pneumologia, centros de transplante pulmonar (avaliação pré e pós-operatória), indústrias farmacêuticas para monitoramento de pacientes em ensaios clínicos com fármacos pneumotóxicos e centros de medicina do trabalho para trabalhadores expostos a fibras de amianto, poeiras de sílica e metais pesados. A oncologia também utiliza o exame para monitorar toxicidade pulmonar de quimioterápicos.

Sistemas modernos integram análise simultânea de múltiplos gases (CO, He, N2, CH4) com sensores de infravermelho de alta velocidade e processamento digital em tempo real. Algoritmos de correção automática para Hb, CO endógeno e altitude estão incorporados nos softwares dos equipamentos. A técnica de respiração múltipla (multiple breath washout) avalia distribuição ventilatória de forma mais sensível que o DLCO para doenças das vias aéreas periféricas. Integração com sistemas de prontuário eletrônico (HL7/FHIR) facilita acompanhamento longitudinal dos pacientes.

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