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Fornece: Análise de Comportamento de Usuário, Psicologia Infantil, Psicologia do Trabalho, Psicanálise Online e mais outras 1 categorias
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Psicologia Infantil
A psicologia infantil compreende serviços de avaliação, diagnóstico e acompanhamento psicológico de crianças de 0 a 12 anos para tratamento de questões emocionais, comportamentais, de desenvolvimento e de aprendizagem. Os atendimentos utilizam técnicas lúdicas como jogos, desenhos e brincadeiras para facilitar a expressão e compreensão do mundo infantil. Consultórios de psicologia, clínicas multidisciplinares, escolas, hospitais pediátricos e planos de saúde com cobertura de psicologia são os principais operadores.
Serviços Mais Procurados
- Psicoterapia infantil individual: atendimento semanal com psicólogo especializado utilizando técnicas lúdicas adaptadas à faixa etária para tratamento de ansiedade, medos e dificuldades emocionais.
- Avaliação neuropsicológica infantil: bateria de testes para investigação de funções cognitivas, atenção, memória e habilidades visuoespaciais com laudo para escola e médico.
- Orientação de pais e família: sessões de acolhimento e orientação para pais sobre manejo de comportamento, limites, rotina e comunicação com a criança.
- Acompanhamento de dificuldades de aprendizagem: avaliação e intervenção para crianças com dislexia, discalculia, TDAH e dificuldades escolares em parceria com escola e neuropediatra.
- Psicoterapia de grupo infantil: sessões em grupo para desenvolvimento de habilidades sociais, autoestima e manejo emocional entre crianças de faixa etária semelhante.
Na contratação, pais avaliam a formação e experiência do psicólogo com crianças, abordagem terapêutica utilizada (TCC, psicanálise, gestalt), ambiente do consultório adaptado para crianças, custo por sessão e facilidade de agendamento. A comunicação com os pais sobre evolução, integração com escola e outros profissionais e empatia com a criança são critérios determinantes.
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Perguntas Frequentes
É a área da psicologia dedicada à avaliação, diagnóstico e tratamento de questões emocionais, comportamentais e de desenvolvimento em crianças — geralmente de 2 a 12 anos. O psicólogo infantil utiliza técnicas adaptadas à faixa etária — ludoterapia, desenho, jogos e contação de histórias — para acessar o mundo interno da criança, que nem sempre consegue expressar verbalmente seus conflitos. O atendimento envolve a família como parte do processo terapêutico, orientando pais e cuidadores sobre manejo adequado.
Dificuldades de comportamento — agressividade, birras excessivas, desobediência — que ultrapassam o esperado para a idade. Ansiedade — medo excessivo de separação, fobias, ansiedade escolar. Dificuldades escolares — baixo rendimento, falta de concentração, TDAH. Alterações emocionais por eventos de vida — separação dos pais, luto, nascimento de irmão, mudança de escola. Enurese noturna — xixi na cama — persistente além da idade esperada. Dificuldades de socialização — timidez extrema, isolamento, dificuldade de fazer amigos. Transtornos do espectro autista — TEA — e transtornos de desenvolvimento.
A avaliação inicial inclui entrevista com os pais para compreensão da demanda e história de vida da criança. Sessões com a criança utilizam ludoterapia — brincadeiras estruturadas e livres — como via de acesso ao mundo emocional. O brincar é a linguagem natural da criança — através dele, expressam medos, desejos e conflitos que não conseguem verbalizar. Sessões de devolutiva com os pais compartilham observações e orientações de manejo. A frequência é geralmente semanal com duração de 40 a 50 minutos. O processo terapêutico tem duração variável conforme a complexidade da questão.
A ludoterapia — play therapy — é a abordagem mais utilizada, com fundamentação psicanalítica, humanista ou cognitivo-comportamental. A terapia cognitivo-comportamental — TCC — adaptada para crianças utiliza atividades lúdicas para reestruturar pensamentos disfuncionais. A psicanálise infantil, fundamentada em Melanie Klein e Winnicott, interpreta o brincar como expressão do inconsciente. A terapia ABA — Análise do Comportamento Aplicada — atende crianças com TEA com foco em habilidades sociais e comunicação. A orientação parental complementa qualquer abordagem, capacitando os pais como agentes de mudança no cotidiano da criança.
Quando comportamentos como agressividade, isolamento ou medo persistem por semanas e impactam o funcionamento diário. Quando a escola sinaliza dificuldades de aprendizagem, concentração ou socialização. Quando eventos significativos — separação dos pais, perda, mudança — geram alterações visíveis no comportamento ou humor. Quando regressões — voltar a fazer xixi na cama, chupar o dedo — ocorrem após período em que a criança já havia superado essas fases. Quando os pais sentem dificuldade em lidar com o comportamento da criança mesmo com orientações informais. A prevenção — consultar antes do problema se agravar — é sempre preferível.
Psicólogos clínicos com formação ou especialização em psicologia infantil ou do desenvolvimento. Neuropsicólogos avaliam funções cognitivas — memória, atenção, linguagem — com testes padronizados para identificar TDAH, dislexia e outras condições. Psicopedagogos atuam nas dificuldades de aprendizagem com interface entre psicologia e educação. O CRP — Conselho Regional de Psicologia — registra e fiscaliza os profissionais. A formação complementar em abordagens específicas — TCC infantil, psicanálise de crianças, ABA — qualifica o atendimento.
O atendimento online — regulamentado pelo CFP — amplia o acesso para crianças em cidades sem especialistas, utilizando plataformas interativas com jogos digitais. A saúde mental infantil ganha visibilidade com campanhas de conscientização que reduzem o estigma da terapia. Aplicativos de manejo emocional — com exercícios de respiração, diário de emoções e histórias terapêuticas — complementam as sessões. A interface entre psicologia e neurociências aprofunda a compreensão do desenvolvimento cerebral infantil e suas implicações clínicas. Programas de habilidades socioemocionais nas escolas — como Socioemocional e CASEL — previnem problemas antes que demandem atendimento clínico.