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Antenas Parabólicas para Radiocomunicação
As antenas parabólicas para radiocomunicação são dispositivos de alta diretividade empregados em links de micro-ondas, comunicação via satélite e backhaul de redes de telecomunicações. O refletor em formato parabólico concentra a energia eletromagnética em um ponto focal onde o feed irradiante está posicionado, resultando em ganhos elevados que viabilizam enlaces de longa distância com baixa potência. São amplamente utilizadas por operadoras de telecomunicações, provedores de internet, emissoras de rádio e televisão, e em sistemas de defesa e monitoramento.
Produtos Mais Procurados
- Antena parabólica sólida 60–120 cm Ku-band: recepção e transmissão via satélite geoestacionário para VSAT corporativo
- Antena parabólica grade 0,6–1,2 m 5,8 GHz: backhaul de WISP e links ponto a ponto de alta capacidade
- Antena parabólica 1,2–1,8 m C-band: uplink/downlink satelital em broadcasting e comunicação emergencial
- Antena parabólica microstrip 24–26 GHz: enlaces de micro-ondas em redes 5G e backhaul urbano de alta densidade
- Feed horn substituível para parabólica: compatível com diferentes polarizações (H, V, LHCP, RHCP) e bandas de frequência
- Suporte de mastro de aço galvanizado para parabólica: montagem em torre, laje e poste com ajuste fino de azimute e elevação
As antenas parabólicas para radiocomunicação são fabricadas em alumínio fundido, fibra de vidro ou chapa de aço, com superfície refletora de alta precisão que determina diretamente o ganho e a eficiência do sistema. Critérios como diâmetro do refletor, frequência de operação, ganho em dBi, VSWR e resistência ao vento conforme normas ABNT NBR devem guiar a especificação técnica para cada projeto de enlace.
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Perguntas Frequentes
Antenas parabólicas para radiocomunicação são usadas para concentrar sinais de rádio em feixes direcionais, melhorando alcance e estabilidade de links ponto a ponto ou ponto a multiponto. Elas são comuns em redes de dados via rádio, backhaul de telecomunicações e conexões em áreas onde cabeamento é inviável. O refletor parabólico aumenta a eficiência ao direcionar a energia para o elemento receptor, enquanto o sistema de alimentação e alinhamento define a qualidade do sinal recebido/transmitido.
A diferença entre antenas parabólicas com foco direto e com feed múltiplo está na forma como o sinal é coletado ou irradiado no ponto focal. No foco direto, um único elemento (feed) trata um caminho de transmissão/recepção, favorecendo simplicidade e previsibilidade. Já configurações com múltiplos feeds podem atender múltiplos canais, polarizações ou setores, dependendo do projeto do conjunto. Para escolher, é importante considerar o tipo de enlace, a arquitetura do rádio e a necessidade de banda/polarização.
O diâmetro da antena é um dos principais fatores para determinar o ganho e a diretividade do enlace. Em geral, antenas maiores tendem a concentrar mais energia no feixe, elevando o ganho e ajudando a compensar perdas por distância, chuva e obstáculos. O ganho também impacta o orçamento de enlace (link budget), influenciando a disponibilidade e a margem de operação. Para especificar corretamente, é necessário cruzar frequência de trabalho, sensibilidade do rádio e condições do cenário de instalação.
A alimentação define como o sinal é “capturado” no foco e convertido para níveis adequados ao equipamento de rádio. Dependendo da faixa de frequência e do tipo de enlace, podem ser usados conjuntos com LNB/LNA (para recepção) e módulos de alimentação adequados para transmissão, além de especificações de ganho e fator de ruído (no caso de receptores). A compatibilidade deve ser validada pela frequência nominal, conectores/impedância e pela interface elétrica esperada pelo rádio, evitando perdas e instabilidade no sistema.
Para avaliar a performance em chuva e interferência, o ponto central é o orçamento de enlace e os parâmetros de RF do sistema. A chuva pode causar atenuação principalmente em frequências mais altas, reduzindo margem; por isso, o ganho da antena, a altura e a linha de visada contam muito. Interferência depende do diagrama de radiação e do alinhamento, pois feixes mal apontados aumentam captação de sinais indesejados. Também é relevante considerar polarização e seletividade do equipamento de rádio.
A instalação e o alinhamento determinam grande parte do desempenho. É necessário garantir fixação firme, paralelismo/azimute e elevação corretos, e respeitar a linha de visada para reduzir bloqueios e reflexões. O alinhamento costuma ser feito por medições no rádio (nível e qualidade do sinal) e ajustes progressivos, evitando “atirar no escuro”. Também é importante considerar o tipo de suporte e o efeito de vento, pois microdesalinhamentos podem degradar a qualidade, sobretudo em enlaces de maior exigência.
Ao comprar para revenda ou uso em campo, a especificação precisa refletir a aplicação real: faixa de frequência, tipo de polarização (linear ou circular, conforme o sistema), conectores e compatibilidade de impedância/interface com o rádio. O suporte também deve ser dimensionado para o vento e para o posicionamento adequado do conjunto refletor/feed. Verifique se as características declaradas de ganho e ângulo de abertura são coerentes com a tecnologia do enlace e com o link budget. Isso reduz devoluções e falhas de integração.