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Fornece: Antenas Parabólicas de Banda Ku, Antenas Parabólicas para Radiocomunicação
Antenas Parabólicas de Banda Ku
A recepção de sinais de televisão por satélite e comunicação de dados em banda Ku é a tecnologia predominante no Brasil para distribuição de conteúdo televisivo e links de dados em regiões onde a infraestrutura terrestre de telecomunicações é limitada. As antenas parabólicas de banda Ku operam na faixa de frequência de 12 a 18 GHz com refletores de menor diâmetro que as antenas de banda C, proporcionando instalação mais compacta e custo acessível para residências, estabelecimentos comerciais e operações remotas.
Produtos Mais Procurados
- Antena parabólica Ku de 60 centímetros para TV por assinatura: Modelo compacto com refletor offset em aço ou alumínio, padrão das operadoras de TV por satélite para recepção de programação em alta definição.
- Antena parabólica Ku de 90 centímetros para regiões de sinal fraco: Refletor de maior diâmetro que compensa a atenuação de sinal em regiões no limite da área de cobertura do satélite ou sujeitas a chuvas intensas.
- Kit antena parabólica Ku com LNB e receptor digital: Conjunto completo para instalação residencial incluindo antena, braço suporte, LNB universal e receptor com busca automática de canais abertos em satélites disponíveis.
- Antena parabólica Ku para internet via satélite: Modelo com especificações de ganho e apontamento compatíveis com serviços de internet banda larga via satélite para propriedades rurais e localidades remotas.
- Antena parabólica Ku motorizada com atuador: Sistema com motor que permite direcionar a antena para diferentes satélites a partir de um único ponto de instalação, ampliando o acesso a múltiplas programações.
A qualidade da recepção em banda Ku é influenciada pelo diâmetro e acabamento do refletor, pela sensibilidade do LNB e pela precisão do apontamento para o satélite desejado. Fabricantes de antenas e distribuidores de equipamentos de telecomunicações oferecem produtos com suporte técnico para instalação, tabelas de apontamento por localidade e garantia de desempenho para instaladores profissionais e revendas de equipamentos de TV por satélite.
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Perguntas Frequentes
Antenas Parabólicas de Banda Ku são sistemas de recepção/sinal por satélite que utilizam uma refletor parabólico para concentrar ondas de rádio na faixa Ku. Elas são muito usadas quando se busca disponibilidade de comunicação e acesso a conteúdos via satélite, em ambientes onde a cobertura de rede terrestre é limitada ou instável. No uso corporativo, ajudam a garantir operação contínua de dados e vídeo, pois o enlace depende menos de infraestrutura local. A escolha envolve avaliar ganho, diâmetro do refletor e compatibilidade com o LNB.
Os principais tipos variam conforme diâmetro do refletor, foco (offset ou foco direto) e conjunto de recepção. Em geral, antenas com refletor offset facilitam instalação e reduzem interferências; as de foco direto exigem alinhamento mais sensível. Também há variações no suporte e no ajuste (manual ou com mecanismos mais precisos), além de configurações com LNB de banda Ku específico para o tipo de polarização e arquitetura do sistema. Para definir corretamente, é necessário considerar o objetivo do enlace, o tipo de receptor e o orçamento de perdas do cabeamento.
Para escolher o diâmetro do refletor, o critério central é o balanço entre ganho de antena e condições de recepção do local. Em termos práticos, um refletor maior tende a fornecer mais ganho, ajudando a reduzir quedas de qualidade quando há chuvas, vegetação ou obstruções parciais. Porém, aumentam peso e exigências de fixação. A decisão deve considerar coordenadas do local, satélite-alvo, máscara de obstruções e parâmetros do link (EIRP/G/T) definidos pelo provedor do serviço ou pelo planejamento técnico do projeto.
O LNB (Low Noise Block) é o componente que recebe a energia concentrada pela antena e faz a conversão do sinal de alta frequência para frequências mais adequadas ao receptor. Em banda Ku, o LNB pode ter especificações distintas de faixa de frequência, ganho e níveis de ruído. Quanto menor o ruído de fase/ruído equivalente, melhor tende a ser a sensibilidade do sistema, principalmente em cenários com sinal mais fraco. A compatibilidade do LNB com o setup (polarização, número de saídas, tipo de receptor) é decisiva para evitar perda de qualidade e falhas de recepção.
Em instalação, o mais determinante é o alinhamento azimute/elevacao conforme o satélite planejado e a verificação de polarização, garantindo que não haja obstruções no caminho do sinal. A fixação do conjunto precisa ser rígida para resistir a vibrações e variações mecânicas que desalinham o enlace. O dimensionamento e a qualidade do cabeamento coaxial (tipo, perdas por comprimento e conectores) influenciam diretamente o nível de sinal. Em sistemas corporativos, também é relevante organizar rotas de cabos e aterramento conforme prática elétrica local, para reduzir surtos e interferências.
Na prática do mercado, a conformidade costuma ser comprovada por documentação técnica do fabricante e critérios de segurança e desempenho. Embora nem toda antena tenha “certificação única” aplicável universalmente, compradores corporativos geralmente exigem laudos e especificações como resistência mecânica, classe de proteção para uso externo e parâmetros elétricos declarados (ex.: faixa de operação, ganhos e características do LNB quando aplicável). Além disso, é comum verificar se os materiais e componentes seguem exigências de segurança elétrica e compatibilidade eletromagnética pertinentes ao uso. O ideal é solicitar ficha técnica e relatório de testes quando necessário.
Cabeamento e conectores impactam perdas, ruído e estabilidade do enlace. Deve-se escolher um coaxial adequado à frequência (bandas Ku exigem especificações compatíveis), considerando o comprimento total e as perdas por metro, para não reduzir o nível entregue ao receptor. Conectores devem ser compatíveis com o tipo de cabo e corretamente crimpados ou instalados, evitando mau contato. Em ambientes corporativos com múltiplos pontos, também é relevante planejar a topologia (por exemplo, rotas individuais ou agregação) e conferir se o LNB e o receptor suportam o esquema de sinal previsto, evitando incompatibilidades.