Encontramos 7 fornecedores de Zincagem Alcalina

Zincagem E Ferramentas Tanizan

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Oriente - SP
Desde 1999
Oliveira Junior Zincagem E Galvanoplastia Ltda

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

São Bernardo do Campo - SP
Desde 2024
Zincagem E Fosfatizacao Mogi Ltda

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Mogi das Cruzes - SP
Desde 1984
Zincagem Martins Ltda

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Diadema - SP
Desde 2009
Zincagem Nacional Ltda

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Limeira - SP
Desde 1991
Zincagem Espeleta

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Várzea Paulista - SP
Desde 1988
Zincagem Martins

Fornece: Zincagem a Quente, Zincagem Eletrolítica, Zincagem Preta, Zincagem a Fogo e mais outras 1 categorias

Diadema - SP
Desde 1979

Zincagem Alcalina

Processos eletrolíticos de deposição de zinco são amplamente empregados na indústria para conferir proteção anticorrosiva a componentes metálicos de pequeno e médio porte. Zincagem alcalina utiliza um banho eletrolítico com solução de cianeto ou formulações isentas de cianeto para depositar uma camada uniforme de zinco sobre peças de aço e ferro fundido. Esse tratamento de superfície é valorizado pela excelente distribuição de espessura, inclusive em geometrias complexas com reentrâncias e furos.

Produtos Mais Procurados

  • Zincagem alcalina com cromatização azul: Acabamento brilhante com fina camada de conversão que amplia a resistência à corrosão branca.
  • Zincagem alcalina com cromatização amarela: Proteção reforçada com camada de conversão mais espessa, indicada para ambientes de maior agressividade.
  • Zincagem alcalina sem cianeto: Formulação ambientalmente mais segura que mantém qualidade de deposição equivalente aos banhos tradicionais.
  • Zincagem alcalina com selante: Aplicação de top coat que potencializa a resistência em salt spray, superando 200 horas de exposição.
  • Zincagem de lotes de parafusos e fixadores: Processamento em massa de elementos de fixação com controle rigoroso de espessura por amostragem.
  • Zincagem alcalina de peças estampadas: Tratamento de componentes automotivos, eletroeletrônicos e de linha branca com acabamento uniforme.

Prestadores de zincagem alcalina mantêm laboratórios equipados para controle de qualidade em cada etapa do processo, incluindo medição de espessura por raios X, testes de aderência e ensaios de névoa salina. As linhas de produção automatizadas garantem repetibilidade e produtividade em grandes volumes, enquanto células manuais atendem lotes menores e peças especiais. O controle dos parâmetros do banho eletrolítico, como concentração de zinco, temperatura e densidade de corrente, assegura deposições dentro das especificações exigidas por normas técnicas do setor automotivo e industrial.

Perguntas Frequentes

Zincagem alcalina é um processo de eletrodeposição de zinco a partir de banho eletrolítico em meio alcalino, geralmente à base de hidróxido de sódio (NaOH) com sal de zinco e aditivos orgânicos (brilhantes e niveladores). A corrente elétrica deposita íons de zinco sobre a superfície metálica, formando uma camada protetora uniforme. Diferentemente da zincagem a fogo, é realizada em temperatura ambiente, preservando as propriedades mecânicas do substrato e permitindo espessuras de camada controladas entre 5 e 25 µm.

A zincagem alcalina engloba duas variantes principais: a cianídrica (com NaCN ou KCN como complexante) e a sem cianeto (non-cyanide alkaline zinc plating). A versão sem cianeto predomina atualmente por razões ambientais e de segurança, utilizando aminas quaternárias e polímeros como complexantes. Os acabamentos pós-deposição (passivação) são determinantes: passivação azul, iridescente, verde (cromo trivalente) ou preta, cada uma com diferente resistência à névoa salina conforme NBR ABNT 8094.

A ABNT NBR 6886 regulamenta os revestimentos eletrodepositados de zinco sobre aço no Brasil. A ISO 2081 é a referência internacional para espessuras e requisitos de ensaio. A resistência ao ensaio de névoa salina é mensurada conforme ABNT NBR 8094 / ISO 9227, com requisito mínimo variável conforme a classe de aplicação — de 72h para peças de baixa exigência até 480h para passivações trivalentes de alta performance. Para fixadores, a ISO 4042 especifica os requisitos de revestimento eletrolítico.

O controle da composição do banho (concentração de ZnO, NaOH e aditivos) é realizado por análise química periódica (titulação e Hull Cell). A espessura do revestimento é verificada por microscopia de corte transversal, fluorescência de raios X (XRF) ou método magnético. O controle da densidade de corrente (A/dm²) garante depósitos uniformes sem queima nas arestas. A fragilização por hidrogênio é risco em peças de alta resistência mecânica — desgaseificação térmica (190°C por 8–24h) é obrigatória conforme especificação de projeto.

A zincagem ácida (banhos de cloreto de zinco) oferece maior velocidade de deposição, melhor brilho e distribuição de espessura mais uniforme em geometrias complexas. A zincagem alcalina é superior na cobertura de regiões de baixa densidade de corrente (cantos internos, furos cegos) e menos agressiva ao substrato. A zincagem a fogo fornece camadas 5 a 10 vezes mais espessas, com proteção catódica muito superior para uso externo de longa duração. Para peças de fixação que exigem tolerâncias dimensionais precisas, a eletrodeposição é preferida por menor espessura e maior controle dimensional.

A indústria automotiva é a maior demandante, utilizando para parafusos, molas e componentes metálicos que exigem proteção anticorrosiva com manutenção de tolerâncias. A construção civil usa para parafusos, chumbadores e dobradiças. Fabricantes de eletrodomésticos e equipamentos agrícolas zincam componentes internos e externos. A indústria elétrica utiliza para conectores, suportes de cabos e componentes de painéis. Galvânicas industriais oferecem o serviço por encomenda para os setores listados.

O desenvolvimento de passivações trivalentes de cromo (Cr³⁺) em substituição às hexavalentes (Cr⁶⁺, banidas pela Diretiva RoHS europeia) está consolidado no mercado, com resistência à névoa salina equivalente ou superior. Revestimentos de zinco-níquel (8–15% Ni) depositados em banho alcalino oferecem resistência à corrosão e ao calor significativamente superiores ao zinco puro, sendo adotados em componentes automotivos de motor. Controles automáticos de dosagem de aditivos via sensores melhoram a consistência do processo e reduzem o consumo de insumos.

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