Encontramos 1 fornecedores de Válvulas de Gaveta para Saneamento

Clorando Fabricacao E Comercio De Valvulas Para Saneamento Ltda

Fornece: Válvulas de Controle para Esgoto, Válvulas Telescópicas para Saneamento, Válvulas e Pumps para Saneamento, Válvulas de Retenção para Saneamento e mais outras 6 categorias

Guararema - SP
Desde 2006

Válvulas de Gaveta para Saneamento

As válvulas de gaveta para saneamento são dispositivos de bloqueio total de fluxo utilizados em redes de abastecimento de água, sistemas de esgotamento sanitário e estações de tratamento. Caracterizadas pela passagem plena (full bore) que não gera perda de carga quando totalmente abertas, são a solução preferencial para seccionamento em adutoras, redes de distribuição e instalações prediais de grande porte. A fabricação segue a ABNT NBR 7675 para ferro fundido e NBR 10582 para PVC, com homologação obrigatória pelas concessionárias estaduais de saneamento para uso em obras públicas.

Produtos Mais Procurados

  • Válvulas de gaveta com haste ascendente DN 50 a 200: corpo em ferro fundido dúctil GGG-40, cunha de borracha EPDM vulcanizada, flanges PN10/PN16 para instalação em câmaras de manobra superficiais
  • Válvulas de gaveta com haste não ascendente NRS: ideais para caixas de manobra enterradas com espaço vertical limitado, operadas por chave T ou caixa telescópica
  • Válvulas de gaveta elástica para rede de distribuição: cunha revestida em EPDM certificada pela ABNT para operação contínua em água tratada nas classes de pressão 10 e 16 bar
  • Válvulas de gaveta em PVC soldável ou flangeado: DN 25 a 150 para instalações prediais, irrigação industrial e redes de recalque de baixa pressão
  • Atuadores elétricos e pneumáticos para automação remota: seccionamento remoto em estações de tratamento e sistemas SCADA de concessionárias com monitoramento de posição integrado

As válvulas de gaveta para saneamento destinadas a obras públicas devem possuir certificação compulsória pelo INMETRO ou laudo de conformidade emitido por laboratório acreditado. A especificação correta da classe de pressão e do material de vedação define a vida útil em serviço: conexões com água clorada exigem EPDM ou NBR resistente ao cloro, enquanto efluentes com sólidos abrasivos demandam cunhas com revestimento de alta dureza. O torque de operação deve ser compatível com o atuador selecionado para o diâmetro nominal do sistema.

Perguntas Frequentes

Válvulas de gaveta para saneamento são dispositivos de bloqueio que interrompem ou permitem o fluxo de fluidos em redes de abastecimento de água, esgoto e drenagem, por meio de um obturador plano (gaveta ou cunha) que se movimenta perpendicularmente ao fluxo. Oferecem passagem plena quando completamente abertas, com mínima perda de carga e sem perturbação do fluxo, sendo ideais para isolamento de trechos de rede. São amplamente utilizadas em redes de distribuição de água tratada, sistemas de recalque, adutoras e ramais prediais de grande diâmetro.

Os principais tipos são: válvula de gaveta de cunha elástica (resilient seated), com obturador revestido de borracha (EPDM), que sela sobre assento metálico sem cunhamento mecânico, sendo o tipo dominante em redes de água; válvula de gaveta de cunha de metal duro (metal seated), para água tratada com abrasivos ou temperaturas elevadas; válvula de gaveta com haste ascendente (OS&Y — outside screw and yoke), que permite visualização do estado aberto/fechado pela posição da haste; e válvula de gaveta com haste não ascendente (non-rising stem), para espaços confinados. Diâmetros variam de DN 50 a DN 2000 em versões flange ou ponta-bolsa.

As válvulas de gaveta para redes de distribuição de água devem atender à ABNT NBR 7544 (válvulas de gaveta de ferro fundido) e às especificações técnicas das concessionárias estaduais de saneamento. Para instalações prediais, aplica-se a ABNT NBR 15389. Materiais em contato com água potável devem ser aprovados pela Anvisa (RDC nº 91/2001) ou possuir certificação NSF/ANSI 61 para componentes importados. Ensaios de pressão, estanqueidade e durabilidade do obturador seguem a ISO 7259 e AWWA C509 (padrão americano amplamente adotado). Em redes de esgoto, a resistência química do elastômero à agressividade dos efluentes é especificada em contrato.

A instalação deve garantir alinhamento preciso das flanges ou ponta-bolsa para evitar tensões mecânicas no corpo da válvula. Válvulas de gaveta não devem ser usadas para regulagem de vazão (posição parcialmente aberta), pois isso causa vibração e erosão da vedação. A operação deve ser sempre em posição totalmente aberta ou totalmente fechada. Manutenção preventiva inclui exercitação periódica (abertura e fechamento) para evitar travamento, lubrificação da rosca da haste com graxa inerte à água e verificação do gaxetamento. Em solos corrosivos, válvulas enterradas devem ter proteção catódica ou revestimento epóxi externo.

Válvulas de gaveta oferecem passagem plena sem obstrução ao fluxo quando abertas, com mínima perda de carga e sem acúmulo de sólidos, sendo preferidas para água bruta e esgoto com sólidos em suspensão. O diâmetro nominal é igual ao diâmetro interno da tubulação. Válvulas borboleta são mais compactas, mais leves e de menor custo em grandes diâmetros, com menor perda de carga em posição aberta para fluidos limpos. Entretanto, o disco central da borboleta representa um obstáculo ao fluxo, podendo acumular sólidos e causar perda de vedação se parcialmente abertas. Para diâmetros acima de DN 400 em água tratada, a borboleta frequentemente substitui a gaveta por questões de custo e peso.

Os maiores compradores são concessionárias estaduais e municipais de saneamento (para redes de distribuição e adutoras), construtoras de obras de infraestrutura hídrica, empreiteiras especializadas em redes enterradas, empresas de irrigação e agronegócio que operam sistemas de distribuição de água, indústrias com redes internas de água de processo (alimentícia, papel e celulose, mineração), prefeituras com serviços de saneamento municipalizados e condomínios de grande porte. O mercado de reposição (manutenção de redes existentes das concessionárias) é expressivo, pois as válvulas têm vida útil de 15 a 25 anos e as redes brasileiras são antigas.

Válvulas de gaveta com atuadores elétricos ou hidráulicos integrados permitem telecomando e automação de redes de distribuição, possibilitando o fechamento remoto de setores em casos de vazamento detectado por telemetria. Sensores de posição com transmissão GPRS ou LoRaWAN integrados ao volante informam o estado da válvula em tempo real ao sistema SCADA da concessionária. Materiais compostos de ferro dúctil com revestimento de zinco metálico e tinta epóxi de alta espessura (DFT 250 µm) ampliam a vida útil em solos agressivos para 50+ anos. O desenvolvimento de válvulas de gaveta fabricadas em compósito de fibra de vidro (GRP) para DN até 600 reduz peso em 70% em relação ao ferro fundido.

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