Encontramos 4 fornecedores de Telemetria para Redes de Energia

Jle Instalacoes

Fornece: Telemetria para Gestão de Frotas, Telemetria para Redes de Energia

Nova Friburgo - RJ
Desde 2023
Tomus Solucoes Em Eletronica E Telecomunicacoes Ltda

Fornece: Equipamentos para Telemetria, Montagem e Teste de Produtos Eletrônicos, Telemetria para Redes de Energia, Telemetria Agrícola e mais outras 6 categorias

Recife - PE
Desde 2010
Sht Telemetria Do Brasil Ltda

Fornece: Telemetria para Redes de Energia, Telemetria Agrícola, Telemedida para Redes de Distribuição, Receptores de Telemetria para Agricultura e mais outras 7 categorias

São Paulo - SP
Desde 2015
Attimo Telecom Ltda

Fornece: Adaptadores de Telefone Analógico para Rede IP (ATA), Equipamentos para Telemetria, Aparelhos de Telecomando e Telemedida, Unidades de Acesso por TV a Cabo para Redes Convergentes e mais outras 5 categorias

Santana de Parnaíba - SP
Desde 2020

Telemetria para Redes de Energia

Os sistemas de telemetria para redes de energia são soluções tecnológicas empregadas no monitoramento remoto, em tempo real, de variáveis essenciais do fornecimento e distribuição elétrica. Esses produtos garantem maior controle operacional, automação e precisão na gestão de redes de baixa, média e alta tensão. São amplamente utilizados em concessionárias de energia, indústrias de base, mineração, infraestrutura de transportes, agronegócio e setores que demandam alto grau de confiabilidade e continuidade energética.

Produtos Mais Procurados

  • Unidade Remota de Telemetria (RTU): Equipamento para coleta e transmissão de dados de sensores e medidores, com protocolos como Modbus, DNP3 e IEC 60870-5.
  • Concentrador de Dados para Energia: Dispositivo que integra múltiplos sinais de medição, viabilizando a consolidação das informações e a comunicação via Ethernet, GPRS ou fibra óptica.
  • Sistemas de Medição Inteligente (AMI): Solução voltada para leitura e gestão automatizada do consumo de energia, fornecendo dados instantâneos e históricos para faturamento ou análise operacional.
  • Módulo de Telemetria GSM/3G/4G: Equipamento que utiliza redes móveis para comunicação em pontos remotos ou áreas com infraestrutura limitada.
  • Sensor de Grandezas Elétricas (tensão, corrente, potência): Dispositivos para coleta de dados críticos em subestações, painéis de distribuição ou linhas aéreas.
  • Software de Supervisão SCADA: Interface para supervisão remota de redes elétricas, com recursos de controle, análise de eventos e geração de relatórios.

Na escolha de equipamentos de telemetria para redes de energia, os compradores analisam fatores como compatibilidade com normas técnicas nacionais e internacionais (ANEEL, IEC, NBR), capacidade de processamento, número de canais de entrada/saída, níveis de isolamento elétrico, protocolos de comunicação, invólucros resistentes a intempéries e integração com sistemas legados. As soluções podem ser fornecidas em diferentes faixas de tensão, materiais de encapsulamento (ABS, aço inox, policarbonato) e graus de proteção (IP54, IP65), de acordo com o ambiente de instalação e os requisitos técnicos do projeto.

Perguntas Frequentes

Telemetria para redes de energia é o conjunto de tecnologias que coleta, transmite e organiza dados de sistemas elétricos em tempo quase real. Na prática, ela integra sensores e medidores com um gateway/RTU, que envia leituras (tensão, corrente, qualidade da energia e status de equipamentos) para uma plataforma de supervisão. Essa plataforma permite monitoramento remoto, detecção de anomalias e registro histórico para análise. Em ambientes corporativos, isso reduz tempo de diagnóstico e melhora a coordenação entre operação, manutenção e gestão de ativos.

As soluções variam principalmente conforme o nível de automação e a arquitetura de comunicação. Em geral, há telemetria baseada em medidores e relés com transmissão via redes celulares, rádio ou fibra, e integração com concentradores (gateways) no campo. Também existem abordagens com CLPs/IEDs para medições e eventos, além de plataformas SCADA para supervisão. Para redes de energia, é comum combinar telemetria de grandezas elétricas e telemetria de estado (aberto/fechado, alarmes), garantindo rastreabilidade e suporte a manutenção preditiva.

Em sistemas elétricos, a telemetria concentra medições e eventos que ajudam a identificar falhas e degradações. As mais relevantes incluem tensão e corrente, fator de potência, frequência, potência ativa e reativa, além de indicadores de qualidade da energia. Também entram variáveis de estado, como posição de chaves, alarmes e contadores de ocorrências. Esses dados são importantes para mapear sobrecargas, quedas momentâneas, variações fora de faixa e condições de operação que impactam desempenho e confiabilidade. Registros históricos viabilizam análises de causa raiz.

A escolha deve considerar principalmente a cobertura e a estabilidade do canal de comunicação. Avalie se a solução suporta LTE/4G/5G, rádio ponto a ponto/retomadores ou links via fibra, além de protocolos de integração com sistemas existentes. Também importa a compatibilidade com gateways, RTUs e barramentos internos do painel. Para ambientes com maior criticidade, é comum priorizar redundância e mecanismos de confirmação de envio de dados. A interoperabilidade com plataformas de supervisão (como SCADA) influencia diretamente o esforço de implantação e a qualidade da integração operacional.

Ao especificar sensores e medidores, o foco deve ser exatidão, faixa de operação e robustez elétrica. Para grandezas como tensão e corrente, verifique classes de medição e adequação aos transformadores de medição (quando aplicável). Para eventos e proteção, analise o tempo de resposta e a capacidade de registrar transientes ou mudanças de estado. Em campo, resistência a variações ambientais e isolamento elétrico também contam para reduzir falhas. Em projetos corporativos, definir corretamente entradas/saídas, níveis de sinal e escalas evita retrabalho e limitações na interpretação dos dados.

Uma instalação bem executada evita lacunas de dados e leituras inconsistentes. É fundamental planejar a coleta no ponto correto da rede (antes de derivações que mascaram variações), respeitar cabeamento e aterramento conforme o projeto elétrico e garantir proteção adequada de equipamentos no painel. No comissionamento, valide calibração e escalas dos canais, teste a comunicação entre campo e plataforma e confirme a lógica de eventos (alarmes, estados e alarmes derivados). Também é recomendável testar condições de rede intermitente para avaliar filas de transmissão e integridade do histórico.

MOQ e prazos variam conforme disponibilidade de componentes, parametrizações e complexidade de integração. Em soluções de telemetria, a cadeia pode depender de medidores, gateways, módulos de comunicação e customizações de configuração para o protocolo do cliente. Projetos com maior quantidade de pontos, integração com múltiplos concentradores e necessidades de testes ampliam o lead time. A viabilidade também depende da compatibilidade com a infraestrutura existente e do cronograma de comissionamento. Em compras B2B, alinhar requisitos técnicos e escopo de implantação reduz riscos de atraso e retrabalho.

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