Encontramos 4 fornecedores de Sardinha Salgada

Jose Raimundo Sardinha

Fornece: Evisceradores de Sardinha , Sardinha em Lata, Sardinha em Conserva, Sardinha Salgada e mais outras 1 categorias

Araçoiaba da Serra - SP
Desde 2018
Peixesul Producao E Comercio De Peixes Ltda

Fornece: Peixes Salgados, Sardinhas em Conserva, Atum em Conserva, Sardinha Salgada e mais outras 11 categorias

Turvo - SC
Desde 1979
Comercial Sardinha Ltda

Fornece: Evisceradores de Sardinha , Sardinha em Lata, Sardinha em Conserva, Sardinha Salgada e mais outras 1 categorias

Pirassununga - SP
Desde 1987
Peixesul Producao E Comercio De Peixes Ltda

Fornece: Peixes Salgados, Atum em Conserva, Sardinha Salgada, Atum em Lata com Óleo e mais outras 5 categorias

Turvo - SC
Desde 1979

Sardinha Salgada

A sardinha salgada é um produto alimentício obtido pelo processamento e conservação do pescado por meio da salga, método essencial para prolongar a vida útil e garantir a qualidade do peixe em diferentes estágios da cadeia produtiva. Ela é amplamente utilizada na indústria alimentícia — especialmente em fábricas de conservas, beneficiadoras e distribuidoras — além de atender segmentos de hotelaria, catering industrial e serviços de alimentação coletiva. Também possui aplicações como insumo para a produção de farinha e óleo de peixe, que abastecem setores como nutrição animal, fertilizantes e ração para aquicultura.

Produtos Mais Procurados

  • Sardinha Salgada Inteira Congelada: Ideal para transformadores industriais, manutenção da textura e sabor, disponível em embalagens de múltiplos quilos.
  • Filé de Sardinha Salgada: Facilidade de manipulação e padronização no processamento, padrão com teor de sal controlado (geralmente entre 12% e 18%).
  • Sardinha Salgada em Barril 25kg: Embalagem robusta para grandes volumes, facilita armazenamento em câmara fria, reduz perdas logísticas.
  • Sardinha Salgada Industrial P3/P4: Referente à classificação do tamanho do peixe, comum no abastecimento de linhas de produção automatizadas.
  • Sardinha Salgada Light Sal: Produto desenvolvido para aplicações com restrição ao teor de sódio, utilizado em linhas de alimentação saudável.

O comprador industrial considera critérios como padrão de salga (tradicional ou light), granulometria do sal, tipo de corte (inteira ou filé), classificação por tamanho (P1 a P4), origem da matéria-prima e especificações microbiológicas ou físico-químicas atendendo normas sanitárias brasileiras. Embalagens industriais, rastreabilidade e processos de certificação também são aspectos técnicos relevantes na aquisição desse insumo para linhas produtivas e processos alimentícios.

Perguntas Frequentes

Sardinha salgada é um produto de pescado obtido pelo processamento de sardinhas frescas (principalmente Sardinella brasiliensis, espécie nativa do litoral brasileiro) submetidas à salga seca ou em salmoura, processo que reduz a atividade de água (Aw) abaixo de 0,75, inibindo o crescimento microbiano e prolongando a vida útil sem necessidade de refrigeração. O produto apresenta teor de sal entre 18% e 25% em peso, coloração acinzentada e textura firme característica após o processamento.

A sardinha salgada é comercializada em diversas apresentações: inteira com cabeça (forma tradicional), eviscerada com cabeça, eviscerada e descabeçada (mais aceita no mercado varejista), e em mantas ou filés salgados para uso culinário direto. O acondicionamento pode ser em caixas de madeira ou plástico para granel, barricas plásticas para exportação e embalagens a vácuo em porções de 200 g a 1 kg para varejo. O grau de salga varia conforme o destino: salga leve (14-18% NaCl) para mercados que preferem dessalga rápida e salga forte (acima de 22%) para maior vida de prateleira.

A produção e comercialização de sardinha salgada é regulamentada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e pela Anvisa. O Regulamento de Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA — Decreto 9.013/2017) estabelece os requisitos para pescados salgados. A Instrução Normativa MAPA 21/2017 define identidade e qualidade de pescados. O estabelecimento processador deve ter Serviço de Inspeção Federal (SIF) ou Estadual (SISP/SIM) ativo. Para exportação, habilitação junto ao MAPA e atendimento aos requisitos do país importador são obrigatórios.

Apesar da estabilidade microbiológica, a sardinha salgada deve ser armazenada em local fresco, seco e ventilado, longe de fontes de calor e odores intensos. Temperatura ideal entre 10 °C e 20 °C prolonga a vida útil e preserva as características sensoriais. Após abertura da embalagem, manter sob refrigeração (0 °C a 4 °C) coberta por salmoura. O manuseio deve ser feito com luvas em ambiente de preparo alimentar. A dessalga prévia ao consumo — por imersão em água fria trocada a cada 2-4 horas durante 12 a 24 horas — é etapa fundamental para reduzir o teor de sódio ao nível palatável.

A sardinha salgada é conservada exclusivamente pela ação do cloreto de sódio, mantendo características sensoriais próximas ao produto fresco após dessalga. A sardinha em conserva é esterilizada termicamente (processo HTST ou autoclave a 121 °C) em embalagem hermética, com vida útil de 2 a 5 anos e textura mais macia. O pescado defumado combina salga leve com exposição à fumaça (compostos fenólicos bacteriostáticos) e calor, resultando em produto com sabor e aroma distintos. Cada processo confere perfil de sabor, textura, teor de sódio e vida útil diferentes.

Os principais compradores no mercado B2B são redes de varejo alimentar e supermercados regionais (especialmente no Nordeste e Norte do Brasil, onde o consumo é culturalmente arraigado), indústrias de gastronomia e restaurantes especializados em culinária nordestina e portuguesa, distribuidores de alimentos para o mercado institucional (refeitórios industriais e merenda escolar) e exportadores para comunidades brasileiras em Portugal, Angola e outros países de língua portuguesa. O mercado atacadista de feira livre e peixarias também representa canal relevante de distribuição.

A rastreabilidade da cadeia pesqueira, impulsionada por requisitos do mercado europeu e pela Instrução Normativa MAPA 53/2019, exige identificação da embarcação, data de captura e área de pesca no rótulo, agregando transparência ao produto. A embalagem a vácuo em porções individuais expande o alcance para o varejo moderno, que demanda apresentação higiênica e prazo de validade estendido. O interesse crescente por proteína animal de baixo custo e alto valor nutricional posiciona a sardinha como alternativa sustentável, com certificações de pesca responsável (MSC) emergindo como diferencial para exportação e grandes redes varejistas.

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