Encontramos 3 fornecedores de Revestimentos Cerâmicos Antidesgaste

Angelgres Revestimentos Ceramicos Ltda

Fornece: Revestimentos Cerâmicos para Fachadas, Revestimentos Cerâmicos para Pisos Industriais, Revestimento de Fachadas em Cerâmica, Revestimentos Cerâmicos para Laboratórios e mais outras 3 categorias

Criciúma - SC
Desde 1982
Gressit Revestimentos Industria E Comercio Ltda.

Fornece: Tijolinhos para Revestimentos, Revestimentos Cimentícios para Pisos Industriais, Revestimentos Cerâmicos para Pisos Industriais, Revestimentos Cerâmicos Antidesgaste e mais outras 5 categorias

Guarulhos - SP
Desde 1972
Granatto Pisos E Revestimentos

Fornece: Revestimentos e Pisos para Construção, Revestimentos Cimentícios para Pisos Industriais, Revestimentos Cerâmicos para Pisos Industriais, Revestimentos Cerâmicos Antidesgaste e mais outras 1 categorias

Pará de Minas - MG
Desde 2011

Revestimentos Cerâmicos Antidesgaste

Os revestimentos cerâmicos antidesgaste são materiais de alta dureza aplicados em superfícies de equipamentos industriais sujeitos a erosão, abrasão, impacto e desgaste por deslizamento, protegendo componentes críticos de processamento mineral, siderurgia, cimenteiras, usinas de açúcar e plantas de geração de energia. Compostos por alumina (Al₂O₃), carbeto de silício (SiC), carbeto de tungstênio ou zircônia estabilizada, esses revestimentos substituem com vantagem o aço manganês e a borracha em aplicações onde a temperatura, a agressividade química e a intensidade do fluxo abrasivo são elevadas. A dureza Vickers dos revestimentos de alumina atinge valores entre 1.600 HV e 2.200 HV, superiores ao aço temperado convencional.

Produtos Mais Procurados

  • Placas hexagonais de alumina 92% a 99%: espessuras de 10 mm a 50 mm, fixação por adesivo epóxi bicomponente ou vulcanização sobre borracha, para calhas, ciclones e hidrociclones
  • Revestimento de carbeto de silício sinterizado: pureza acima de 98%, resistência à abrasão 10x superior ao aço, aplicado em bicos de atomização, bocais e impulsores de bombas de polpa
  • Mosaico cerâmico em borracha vulcanizada: combinação de cerâmica e borracha para absorção de impactos, indicado para chutes de transferência e tambores de correias transportadoras
  • Argamassa cerâmica de alta resistência: mistura de alumina e aglomerante epóxi para reparos in loco em superfícies irregulares, sem necessidade de desmontagem do equipamento
  • Revestimentos cerâmicos para tubulações de polpa: segmentos semicirculares de alumina com flange de fixação, resistência a 60% de sólidos em suspensão

A especificação correta de revestimentos cerâmicos antidesgaste exige análise granulométrica do material abrasivo, velocidade de fluxo, temperatura de operação e pH do meio. O fornecedor deve apresentar laudos de dureza Vickers, ensaio de abrasão ASTM G65 e referências de aplicações similares para validação técnica da solução.

Perguntas Frequentes

Revestimentos cerâmicos antidesgaste são materiais de alta dureza aplicados em superfícies sujeitas à abrasão intensa, impacto e desgaste por atrito. Compostos geralmente de alumina (Al₂O₃), carbeto de silício (SiC) ou misturas cerâmicas de alta performance, são usados para proteger equipamentos industriais como ciclones, calhas, hidrociclones, moinhos, dutos de transporte pneumático, silos e bombas de polpa. São essenciais em mineração, siderurgia, cimento, cerâmica, agroindústria e papel e celulose.

Os formatos comerciais incluem placas retangulares, hexagonais e cônicas, mosaicos de pequenas peças coladas em tela, barras cilíndricas, anéis e peças especiais sob medida. A alumina 92% e 95% é a mais comum para aplicações gerais, enquanto a alumina 99,5% atende condições extremas de temperatura e abrasão. Há também peças de óxido de zircônio para ambientes com impacto severo e peças compostas (cerâmica+metal) para aplicações que combinam abrasão e impacto de alta energia.

Os revestimentos são avaliados por ensaios normalizados de dureza (escala Vickers, ASTM C1327), resistência à abrasão (ASTM G65 e G105), resistência ao impacto e absorção de água (ASTM C373). No Brasil, a ABNT NBR 15463 trata de placas cerâmicas em geral, mas normas específicas para cerâmicas industriais antidesgaste seguem principalmente padrões ASTM e ISO 13006. Fornecedores de qualidade disponibilizam laudos de ensaio por lote, especificando dureza Vickers, densidade aparente e resistência à flexão.

A superfície de fixação deve ser jateada ou preparada com abrasivo para garantir aderência adequada do adesivo epóxi bicomponente, o mais utilizado nessas aplicações. As peças devem ser assentadas com juntas mínimas, preenchidas com composto de mesma resistência química. Em superfícies curvas, o uso de mosaico em tela facilita a conformação. Inspeções periódicas por ultrassom ou inspeção visual identificam peças soltas ou fissuradas antes de falhas catastróficas em equipamentos críticos. Áreas de alto impacto devem ter espessura aumentada conforme projeto.

A alumina (Al₂O₃) oferece excelente resistência à abrasão por deslizamento e custo moderado, sendo a opção mais versátil. O carbeto de silício (SiC) apresenta dureza superior (próxima ao diamante), alta condutividade térmica e resistência a choques térmicos, sendo indicado para aplicações com variação brusca de temperatura. O óxido de zircônio (ZrO₂) combina alta dureza com tenacidade superior às demais cerâmicas, absorvendo melhor impactos sem fratura — preferido em britadores e caçambas de mineração com partículas grosseiras e angulares.

A mineração é o setor mais intenso, seguido de siderurgia, cimento e cal, celulose e papel, termelétricas, indústria química e petroquímica. Usinas de beneficiamento de minérios, plantas de carvão, sistemas de transporte de areia e grãos, e silos de armazenamento de materiais abrasivos são os ambientes mais comuns. Fabricantes de equipamentos também especificam revestimentos cerâmicos antidesgaste em produtos novos, especialmente em ciclones, hidrociclones e bombas de polpa, aumentando a vida útil do ativo e reduzindo custos de manutenção corretiva.

O desenvolvimento de cerâmicas gradientes funcionais, com composição variável entre a face de desgaste e a face de fixação, melhora a adesão sem comprometer a dureza superficial. Revestimentos híbridos cerâmica-polímero (cerâmica embutida em matriz de poliuretano) ganham espaço em aplicações de alto impacto onde a rigidez pura da cerâmica seria desvantagem. Sensores de desgaste embutidos nas placas permitem monitoramento preditivo remoto da espessura residual. Fabricação por impressão 3D de cerâmicas técnicas possibilita geometrias complexas antes inviáveis por conformação convencional.

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