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Fornece: Protetores Auditivos, Aparelhos Auditivos, Aparelhos Auditivos Recarga Usb, Protetores Auditivos de Espuma e mais outras 2 categorias
Protetores Auditivos de Espuma
Os protetores auditivos de espuma são equipamentos de proteção individual (EPI) desenvolvidos para atenuar a exposição a ruídos ocupacionais em ambientes industriais, de construção, manufatura, mineração e serviços de manutenção. Fabricados em poliuretano expansível (PU) ou PVC de baixa pressão, moldam-se ao canal auditivo de forma progressiva após inserção, proporcionando vedação acústica eficiente e conforto para uso prolongado. Sua utilização é obrigatória quando os níveis de pressão sonora ultrapassam os limites estabelecidos pela NR-15 e NR-6, e os produtos devem possuir Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho.
Produtos Mais Procurados
- Protetores auditivos de espuma cilíndricos descartáveis: modelo de uso único com NRR entre 29 e 33 dB, ideal para visitas técnicas, uso esporádico e ambientes com alta rotatividade de trabalhadores
- Protetores em formato cônico com haste de inserção: design ergonômico para facilitar a inserção com mãos enluvadas em ambientes industriais
- Protetores de espuma com cordão de conexão: versão conectada para evitar a perda do segundo protetor e facilitar o uso intermitente ao longo do turno
- Protetores reutilizáveis em espuma de PVC: material lavável com vida útil de múltiplos usos, indicados para trabalhadores com exposição contínua ao ruído
- Protetores auditivos de espuma em caixas para dispensers: embalagem coletiva para distribuição controlada em pontos de acesso a áreas ruidosas
Os protetores auditivos de espuma devem ser selecionados com base no nível de atenuação necessário (NRR ou SNR), calculado a partir das medições de ruído do ambiente. A correta técnica de inserção é fundamental para garantir a atenuação declarada no CA, sendo responsabilidade do empregador fornecer treinamento adequado aos trabalhadores conforme o PPRA e o PCMSO.
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Perguntas Frequentes
Protetores auditivos de espuma são dispositivos de proteção individual (EPI) inseridos no canal auditivo externo, fabricados em espuma de poliuretano ou PVC de baixa densidade com memória de forma. Funcionam por atenuação passiva: ao serem inseridos no canal após compressão, a espuma expande e veda o orifício auditivo, bloqueando a passagem de ondas sonoras por absorção e reflexão. São classificados como tipo plug ou concha (estes últimos em suporte) e oferecem atenuação de 20 a 35 dB dependendo do modelo, sendo indicados para ambientes com ruído acima de 85 dB conforme a NR-15 do Ministério do Trabalho.
Os principais tipos são plugs simples descartáveis em espuma cônica ou cilíndrica, para uso único ou de curta duração; plugs com cordão de conexão, que evitam a perda do equipamento e facilitam o uso intermitente; plugs com flange (formato de árvore de natal) em espuma mais densa, para melhor vedação em canais auditivos irregulares; e protetores em suporte de pescoço (neckband), que dispensam o uso de capacete e agilizam a inserção e remoção frequente. Modelos de tripla flange combinam espuma e silicone para maior estabilidade e melhor atenuação em frequências médias e altas.
Protetores auditivos de espuma são EPIs regulamentados pela NR-6 do Ministério do Trabalho e devem possuir obrigatoriamente o Certificado de Aprovação (CA) emitido pela Secretaria de Trabalho. O ensaio de atenuação segue a ABNT NBR ISO 4869-1 (método subjetivo) e ABNT NBR ISO 4869-2 (cálculo da proteção efetiva). A NHO 01 da Fundacentro orienta a avaliação da exposição ao ruído. O NRR (Noise Reduction Rating) indicado no produto é determinado conforme normas ANSI S3.19, enquanto o SNR (Single Number Rating) segue a ISO 4869. A escolha do modelo deve considerar o nível de pressão sonora medido no posto de trabalho.
A inserção correta começa com a compressão da espuma entre os dedos até formar um cilindro fino, seguida da inserção no canal auditivo com o braço oposto passado por trás da cabeça para esticar o pavilhão auricular e retificar o canal. O plug deve ser mantido no local com leve pressão por 20 a 30 segundos até a espuma expandir completamente e vedar o canal. Uma inserção incorreta pode reduzir a atenuação efetiva em até 50% em relação ao valor nominal do CA. Programas de proteção auditiva com treinamento periódico são exigidos pela NR-9 (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) para trabalhadores expostos a níveis de ruído acima dos limites de tolerância.
Os protetores de espuma (plugs) são inseridos no canal auditivo, sendo mais leves, discretos e indicados para uso contínuo em ambientes com ruído constante. Os protetores de concha (abafadores) cobrem o pavilhão externo do ouvido e são preferidos para uso intermitente, pois são mais fáceis de colocar e remover rapidamente. Em ambientes com ruído muito elevado (acima de 105 dB), pode ser recomendado o uso simultâneo dos dois tipos (proteção dupla), combinando as atenuações. A escolha considera também o conforto em uso prolongado, compatibilidade com outros EPIs (capacete, óculos) e o perfil espectral do ruído no ambiente de trabalho.
Os maiores consumidores são indústrias metalúrgicas e siderúrgicas, mineração, construção civil pesada, fabricação de papel e celulose, indústria têxtil e calçadista, construção naval, indústria automotiva e serrarias. Empresas de serviços como limpeza e manutenção industrial também compram em grande volume para equipes com exposição a ruído de máquinas e ferramentas. Distribuidores de EPIs atendem tanto grandes indústrias por contratos de fornecimento contínuo quanto pequenas e médias empresas via pronta entrega. Gestores de SESMT (Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho) são os principais especificadores do produto.
O desenvolvimento de espumas com memória de forma de alta velocidade de expansão melhora a aderência ao canal auditivo com menor tempo de espera após inserção. Protetores com tecnologia de atenuação dependente do nível (level-dependent) permitem ouvir comunicação em voz normal enquanto bloqueiam picos de ruído acima de 85 dB, aumentando a aceitabilidade em ambientes com comunicação frequente. Materiais hipoalergênicos e antialérgicos ganham espaço para trabalhadores com sensibilidade ao PVC. Programas digitais de mapeamento de ruído industrial integrados a sistemas de gestão de EPI orientam a escolha do plug mais adequado para cada posto de trabalho.