Encontramos 10 fornecedores de Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos, Centro de Pesquisas Tecnológicas, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia e mais outras 2 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria e mais outras 1 categorias
Fornece: Programa de Jovem Aprendiz, Programa de Jovem Aprendiz em Serviços Administrativos, Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia, Programa de Jovem Aprendiz em Indústria e mais outras 1 categorias
Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia
O Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia abrange soluções voltadas para a formação e capacitação de jovens em ambientes industriais e corporativos, promovendo integração entre teoria e prática focada em automação, informática industrial, suporte de TI e manutenção de sistemas. São ofertados produtos como kits didáticos, plataformas de simulação, além de serviços de capacitação técnica, acompanhamento pedagógico e consultoria para desenvolvimento de programas internos de aprendizado. Empresas dos setores industrial, logístico, construção civil, comércio e utilities buscam esse programa para adequar-se à legislação, formar mão de obra qualificada e manter equipes atualizadas com as últimas tecnologias.
Mais Procurados
- Kits Didáticos para Automação Industrial: Equipamentos modulares com CLP, sensores, atuadores e interfaces homem-máquina, ideais para treinos práticos.
- Serviço de Capacitação Técnica em TI: Treinamentos presenciais ou remotos em sistemas operacionais, redes, programação e segurança digital.
- Consultoria para Estruturação de Programas de Aprendizagem: Auxílio no desenvolvimento de trilhas formativas, criação de rotinas, integração com departamentos técnicos.
- Locação de Soluções para Laboratórios de Treinamento: Disponibilização de bancadas, computadores industriais, dispositivos IoT com instalação e suporte.
- Assistência Técnica para Equipamentos Didáticos: Contratos para manutenção preventiva, calibração e atualização de software em bancadas e simuladores.
- Gestão de Avaliação Prática de Jovens Aprendizes: Serviços para aplicação e validação de testes práticos conforme normas da ABNT e requisitos internos.
Os produtos e serviços desse segmento se complementam ao permitir que empresas tanto equipem ambientes de aprendizagem quanto assegurem o acompanhamento, manutenção e atualização de equipamentos pedagógicos e processos formativos. Variam conforme o porte da empresa, volume de aprendizes por ciclo, integração com sistemas já instalados e critérios como suporte técnico, flexibilidade de contratação e garantia de conformidade técnica e legal para operações industriais.
Categorias Relacionadas
Perguntas Frequentes
O Programa de Jovem Aprendiz em Tecnologia é uma modalidade de contratação regulamentada pela Lei 10.097/2000 (Lei da Aprendizagem) que permite a jovens de 14 a 24 anos ingressarem no mercado de trabalho em empresas de tecnologia, combinando atividades práticas com formação teórica em instituição qualificada. O objetivo é capacitar jovens em habilidades técnicas de TI — suporte, programação, análise de dados, infraestrutura — enquanto a empresa cumpre sua cota legal de aprendizes e forma mão de obra alinhada à sua cultura e necessidades operacionais reais de longo prazo.
O programa combina trilhas de e-learning em plataformas LMS (Learning Management System), material didático digital, acesso a ambientes de desenvolvimento controlados (sandboxes), ferramentas de colaboração como Jira, GitHub e Slack, e mentorias presenciais ou online com profissionais sênior da empresa. Certificações de mercado como CompTIA IT Fundamentals, fundamentos de LGPD para TI e noções de cloud (AWS Cloud Practitioner) são frequentemente incorporadas como metas de aprendizado, agregando valor ao currículo do aprendiz e sinalizando comprometimento do programa com a empregabilidade do jovem.
A Lei 10.097/2000 e o Decreto 9.579/2018 regulamentam a aprendizagem profissional no Brasil, estabelecendo cota de 5% a 15% dos empregados em funções que demandem formação profissional. O contrato de aprendizagem tem duração máxima de dois anos e garante ao jovem registro em CTPS, FGTS com alíquota de 2%, férias coincidentes com recesso escolar e salário mínimo-hora. A formação teórica deve ser ministrada por entidade qualificada pelo MTE — Sistema S, escolas técnicas ou entidades habilitadas. Descumprimento da cota sujeita a empresa a autuações do Ministério do Trabalho e Emprego.
O processo seletivo costuma incluir teste de raciocínio lógico, entrevistas comportamentais e, em algumas empresas, desafios práticos de resolução de problemas básicos. A integração deve apresentar a cultura organizacional, ferramentas utilizadas, políticas de segurança da informação e código de conduta. Um plano de aprendizagem individual (PAI) documenta as competências a desenvolver ao longo do contrato. É fundamental designar um supervisor responsável pelo acompanhamento diário e pelo feedback estruturado ao aprendiz e à entidade formadora, garantindo que as atividades práticas tenham valor formativo real.
O jovem aprendiz tem contrato regido pela Lei da Aprendizagem, com todos os benefícios trabalhistas — FGTS, férias, 13º salário proporcional, seguro-desemprego em caso de rescisão sem justa causa. O estágio é regido pela Lei 11.788/2008, sem vínculo empregatício, com bolsa-auxílio e seguro de acidentes pessoais obrigatórios. O aprendiz pode ter menor escolaridade (ensino fundamental a médio), enquanto o estagiário de TI geralmente cursa ensino superior ou técnico. Empresas frequentemente combinam os dois regimes para atender diferentes níveis de formação e senioridade de entrada na área de tecnologia.
Empresas de desenvolvimento de software, startups, fintechs, prestadoras de serviços de TI (helpdesk, NOC, datacenter), e-commerces, empresas de telecomunicações e indústrias com departamentos de TI estruturados são os principais contratantes. No modelo B2B, operadoras de aprendizagem profissional — especializadas em gerir o contrato, a formação e o acompanhamento dos aprendizes — oferecem o serviço completo, permitindo que a empresa contratante foque no aproveitamento prático do jovem sem a carga administrativa de gerir o programa internamente de ponta a ponta.
Programas com foco em IA generativa, cibersegurança e ciência de dados surgem como trilhas novas, refletindo a demanda crescente do mercado. Formatos híbridos de aprendizagem ampliam o alcance geográfico, permitindo que jovens de municípios sem infraestrutura de formação presencial participem de programas de grandes empresas. Microlearning com conteúdos de 5 a 10 minutos e gamificação aumentam o engajamento da geração Z. A transição do aprendiz para regime de estágio ou contrato CLT ao término do programa é cada vez mais formalizada como meta mensurável de empregabilidade pelas empresas que adotam o programa com visão estratégica de formação de talentos.