Encontramos 1 fornecedores de Pilhas Recarregáveis de Íon-lítio

Sakura Shop

Fornece: Caixas de Som para Computadores, Carregador de Bateria, Mouse Pads, Baterias e Pilhas Recarregáveis e mais outras 7 categorias

São Paulo - SP
1-10 funcionários

Pilhas Recarregáveis de Íon-lítio

As pilhas recarregáveis de íon-lítio são dispositivos de armazenamento de energia eletroquímica amplamente utilizados em eletrônicos portáteis, ferramentas elétricas, equipamentos médicos, sistemas de iluminação de emergência e aplicações industriais que demandam alta densidade energética, baixa autodescarga e ciclos de recarga repetidos sem perda significativa de capacidade. No contexto B2B, o fornecimento ocorre em escala para fabricantes de equipamentos, distribuidores de eletrônicos, empresas de manutenção industrial e organizações que operam grandes frotas de dispositivos móveis como scanners, coletores de dados e rádios comunicadores.

Produtos Mais Procurados

  • Células cilíndricas 18650 (3,7 V / 2.000–3.500 mAh): padrão industrial mais difundido, base para packs de baterias em ferramentas elétricas, lanternas de alta potência e UPS compactos
  • Células 21700 (3,7 V / 4.000–5.000 mAh): formato de maior capacidade que está substituindo o 18650 em ferramentas de linha profissional e veículos elétricos leves
  • Pilhas recarregáveis formato AA e AAA com base de lítio-ferro-fosfato (LFP): maior estabilidade térmica e ciclo de vida superior a 2.000 cargas, indicadas para ambientes industriais com variação de temperatura
  • Packs de baterias montados sob encomenda: conjuntos de células soldadas com BMS (Battery Management System) integrado, tensão e capacidade configuradas para aplicações específicas do cliente
  • Células prismáticas e pouch para equipamentos médicos e de medição: formatos customizados com certificação IEC 62133 e compatibilidade com normas ABNT para equipamentos eletromédicos
  • Pilhas de íon-lítio certificadas pelo Inmetro: conformidade com portaria Inmetro 375 para comercialização no mercado brasileiro, com etiqueta de identificação compulsória

O transporte de íon-lítio é regulado pela ANAC (Resolução nº 343) e pelo Decreto nº 96.044/1988 para cargas perigosas terrestres, exigindo declaração do expedidor e observância dos limites de energia por embalagem. O descarte correto das células ao final da vida útil deve seguir a Resolução CONAMA nº 401/2008 e o programa de logística reversa exigido pela Lei nº 12.305/2010 (Política Nacional de Resíduos Sólidos).

Perguntas Frequentes

Pilhas recarregáveis de íon-lítio (Li-ion) são células eletroquímicas recarregáveis que utilizam íons de lítio migrando entre eletrodo positivo (cátodo, geralmente óxido de lítio metálico como LCO, NMC ou LFP) e eletrodo negativo (ânodo, geralmente grafite) para armazenar e liberar energia elétrica. Possuem alta densidade energética, baixa autodescarga e ausência do efeito memória que afetava as antigas baterias de NiMH. São utilizadas em ferramentas elétricas, dispositivos eletrônicos portáteis, equipamentos médicos, veículos elétricos e sistemas de armazenamento de energia.

As células Li-ion variam por formato (cilíndricas como 18650, 21700; prismáticas; e pouch), por química de cátodo (NMC — maior energia; LFP — maior segurança e vida útil; NCA — para EV de alto desempenho; LCO — para eletrônicos portáteis) e por capacidade (mAh). Pilhas recarregáveis AA e AAA no formato Li-ion existem, mas são menos comuns que os formatos industriais. Baterias em pack combinam células em série e paralelo com circuito de proteção (BMS — Battery Management System) integrado para balanceamento e segurança.

Pilhas e baterias de lítio devem possuir certificação Inmetro obrigatória conforme a Portaria Inmetro 188/2014, que avalia segurança elétrica, mecânica e térmica. O transporte aéreo segue as normas IATA DGR (Dangerous Goods Regulations), que classificam baterias de lítio como Classe 9 (material perigoso diverso) com requisitos de embalagem e documentação. Para mercado europeu, a certificação CE e a conformidade com a UN 38.3 (teste de abuso de baterias) são obrigatórias. A norma IEC 62133 é a referência internacional para células recarregáveis portáteis.

Pilhas e baterias de íon-lítio devem ser armazenadas com carga entre 40% e 60% da capacidade para preservar a vida útil da célula. Evite armazenamento em temperaturas acima de 40°C ou abaixo de 0°C. Nunca deixe baterias totalmente descarregadas por períodos prolongados, pois a tensão abaixo do limiar mínimo (geralmente 2,5V por célula) causa degradação irreversível. Carregadores compatíveis com o perfil de carga CC/CV (corrente constante/tensão constante) devem ser utilizados. Células com inchaço (swelling), odor ou aquecimento anormal devem ser descartadas em pontos de coleta adequados conforme a PNRS.

LFP (fosfato de ferro-lítio) oferece maior segurança térmica, vida útil superior (2000 a 4000 ciclos) e estabilidade química, sendo preferida em aplicações estacionárias e ferramentas industriais. NMC (níquel-manganês-cobalto) equilibra alta densidade energética com boa estabilidade, dominando o mercado de veículos elétricos e equipamentos portáteis de médio desempenho. NCA (níquel-cobalto-alumínio) oferece a maior densidade energética, ideal para veículos elétricos de alto desempenho, porém com maior sensibilidade térmica. A escolha da química impacta diretamente o custo, o peso, a segurança e a vida útil da aplicação.

A indústria de ferramentas elétricas sem fio (furadeiras, parafusadeiras, serras) é um dos maiores consumidores no segmento industrial. O setor de telecomunicações utiliza baterias de lítio em infraestrutura de backup (nobreaks e UPS). Fabricantes de dispositivos médicos portáteis, equipamentos de medição e controle, drones industriais e sistemas de monitoramento remoto também demandam expressivamente. O segmento de mobilidade elétrica (e-bikes, patinetes e veículos elétricos) é o de maior crescimento e representa o maior volume em Wh consumido atualmente.

A tecnologia de estado sólido (solid-state batteries) representa a próxima geração, com eletrólito sólido que elimina o risco de incêndio por líquido inflamável e amplia a densidade energética em 50 a 100%. Células de formato 4680 (Tesla/Panasonic) reduzem custo de fabricação por maior capacidade unitária. A reciclagem de baterias e a recuperação de lítio, cobalto e níquel tornam-se imperativas com a regulamentação crescente e o aumento do volume de baterias em fim de vida. No Brasil, o programa RETAKE da Inmetro e acordos setoriais estruturam o retorno de baterias usadas para reciclagem responsável.

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