Encontramos 2 fornecedores de Melhoramento Genético de Milho
Fornece: Centro de Pesquisas Agrícolas, Análise de Dados de Pesquisas, Herbicidas Agrícolas, Fungicidas Agrícolas e mais outras 9 categorias
Fornece: Centro de Pesquisas em Inteligência Artificial, Centro de Pesquisas em Nanotecnologia, Pesquisa Tecnológica em Biotecnologia, Pesquisa em Química Orgânica e mais outras 8 categorias
Melhoramento Genético de Milho
O melhoramento genético de milho engloba programas de pesquisa aplicada destinados ao desenvolvimento de híbridos e variedades com maior potencial produtivo, adaptação a diferentes condições edafoclimáticas, resistência a pragas e doenças, tolerância a estresses e aptidão específica para uso industrial, alimentar ou forrageiro. O milho é a segunda maior cultura graneleira do Brasil, com forte dependência de avanços genéticos para manutenção da produtividade e rentabilidade. Empresas privadas e instituições públicas desenvolvem materiais por meio de cruzamentos entre linhagens endogâmicas, seleção recorrente e biotecnologia, com registro obrigatório de cultivares no MAPA antes da comercialização. Os resultados se traduzem em híbridos simples, duplos e triplos com características específicas para cada ambiente e sistema de cultivo.
Produtos Mais Procurados
- Híbridos simples de alto potencial produtivo: tetos de produtividade superiores a 200 sacas por hectare em condições ideais de manejo
- Híbridos com tolerância ao acamamento: colheita mecanizada com menores perdas em regiões de ventos fortes e alta densidade de plantio
- Milho com tecnologia Bt para controle de lepidópteros: resistência a Spodoptera frugiperda e Diatraea saccharalis com aprovação regulatória CTNBio
- Milho doce e superdoce para processamento: materiais com alta concentração de açúcares para indústria de enlatados e consumo in natura
- Milho forrageiro para silagem: alta produção de massa verde com elevada digestibilidade para pecuária de leite e corte
A escolha de materiais no melhoramento genético de milho considera o ambiente de cultivo, a época de semeadura — primeira ou segunda safra — e os objetivos produtivos de cada propriedade. O desempenho é avaliado por ensaios locais coordenados por cooperativas e associações técnicas, complementados pelos dados de VCU e recomendações regionais publicados pelo MAPA e pelas empresas detentoras dos registros.