Encontramos 8 fornecedores de Mandioca Fresca

Coral

Fornece: Cooperativa Agrícola, Cooperativa de Produtores de Frutas, Produtor de Mudas, Produtor de Mudas de Árvores Frutíferas e mais outras 4 categorias

Rio Formoso - PE
Desde 2011
Cintia Regina Rodrigues Ferreira

Fornece: Mandioca Fresca Orgânica, Mandioca Fresca, Farinha de Mandioca Orgânica, Farinha de Mandioca e mais outras 3 categorias

Sarapuí - SP
Desde 2025
Cintia Regina Rodrigues Ferreira

Fornece: Plantadeiras de Mandioca, Produtor de Feijão, Mandioca Fresca Orgânica, Mandioca Fresca e mais outras 5 categorias

Sarapuí - SP
Desde 2025
Sitio Do Goiano

Fornece: Mandioca Fresca, Mandioca Fresca Orgânica, Produtor de Mudas, Produtor de Mudas de Árvores Frutíferas e mais outras 4 categorias

Benevides - PA
Desde 2010
Rede Produtiva De Mandioca E Milho

Fornece: Produtor de Milho, Farinha de Mandioca, Farinha de Mandioca Orgânica, Milho para Exportação e mais outras 4 categorias

Recife - PE
Desde 2014
Vera Lucia De Oliveira E Outros

Fornece: Mandioca Fresca Orgânica, Mandioca Fresca, Farinha de Mandioca, Farinha de Mandioca Orgânica

Porto Feliz - SP
Desde 2023
Vera Lucia De Oliveira E Outros

Fornece: Mandioca Fresca Orgânica, Mandioca Fresca, Farinha de Mandioca, Farinha de Mandioca Orgânica e mais outras 2 categorias

Porto Feliz - SP
Desde 2023
Sitio Do Goiano

Fornece: Mandioca Fresca, Mandioca Fresca Orgânica, Produtor de Mudas, Produtor de Mudas de Árvores Frutíferas e mais outras 2 categorias

Benevides - PA
Desde 2010

Perguntas Frequentes

Mandioca fresca é a raiz in natura da planta Manihot esculenta, amplamente utilizada na alimentação humana e como insumo em segmentos industriais. No mercado B2B, revendedores e distribuidores negociam grandes volumes para atender empresas alimentícias, restaurantes, indústrias de fécula e fabricantes de produtos processados. Também é fornecida para o segmento de food service e estabelecimentos que buscam matéria-prima de alta qualidade para uso direto em preparações culinárias ou transformação em outros produtos industriais.

No mercado, encontram-se principalmente dois tipos de mandioca fresca: a mandioca mansa (aipim/macaxeira), de cozimento rápido e baixa toxidade, e a mandioca brava, que exige processamento industrial devido ao alto teor de ácido cianídrico. Empresas do setor alimentício geralmente preferem a mandioca mansa para consumo direto, enquanto indústrias de fécula ou farinha podem optar pela mandioca brava. A escolha depende do destino de uso e dos processos produtivos do comprador.

A mandioca fresca destinada ao mercado industrial ou revenda deve atender a padrões fitossanitários estabelecidos por órgãos reguladores, como o Ministério da Agricultura e a Anvisa. Não existem certificações obrigatórias universais, mas recomenda-se observar requisitos de higiene, origem controlada e ausência de contaminantes. Empresas exportadoras podem requerer certificações específicas, conforme exigências do país de destino, para comprovar conformidade e segurança do produto.

Empresas revendedoras e distribuidores costumam negociar mandioca fresca diretamente com agricultores, cooperativas ou produtores certificados, garantindo volumes adequados à demanda de seus clientes corporativos. O processo inclui avaliação de qualidade, prazos de entrega e condições logísticas, além de contratos que asseguram fornecimento contínuo. A negociação em escala beneficia o custo por unidade e facilita o atendimento a mercados atacadistas, supermercados e food service.

No processamento industrial da mandioca, é fundamental selecionar raízes frescas, livres de danos e resíduos. O manuseio exige limpeza rigorosa para remover solo e impurezas, além de processos específicos conforme o destino: produção de fécula, farinha ou outros derivados. A mandioca brava deve passar por etapas que eliminam substâncias tóxicas, como a prensagem e cozimento, seguindo protocolos de segurança alimentar para garantir um produto seguro ao consumidor final.

A mandioca fresca é utilizada por diversos setores B2B, incluindo indústrias alimentícias (para fécula, farinha e mandioca processada), restaurantes, cozinhas industriais e empresas de food service. Além disso, empresas do setor agrícola e pesquisadores podem adquiri-la como matéria-prima para estudos ou desenvolvimento de produtos. Segmentos que buscam ingredientes naturais, sem aditivos, também têm forte demanda pelo produto in natura.

A mandioca fresca destinada ao consumo direto, geralmente do tipo mansa, exige qualidade culinária, textura firme e baixo teor de toxinas, sendo entregue limpa e selecionada. Para transformação industrial, como fabricação de fécula, farinha ou ração, exigem-se critérios diferentes, priorizando rendimento, teor de amido e características técnicas específicas para o processo industrial. Cada mercado tem especificidade nos requisitos de compra e fornecimento do produto.

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