Encontramos 2 fornecedores de Lâmpadas de Luz Negra para Análise Forense
Fornece: Engenharia Forense em Acidentes de Trânsito, Engenharia Forense em Incêndios, Engenharia Forense em Estruturas Colapsadas, Lâmpadas de Luz Negra para Análise Forense
Fornece: Cebola Negra, Lâmpadas de Luz Negra, Lâmpadas de Luz Negra para Inspeção de Vazamentos, Lâmpadas de Luz Negra para Decoração de Festas e mais outras 1 categorias
Lâmpadas de Luz Negra para Análise Forense
As lâmpadas de luz negra para análise forense são instrumentos de investigação criminal e criminalística utilizados para revelar evidências latentes invisíveis a olho nu sob iluminação branca convencional. A radiação ultravioleta emitida nessas faixas específicas excita fluidos biológicos, resíduos de documentos adulterados, impressões digitais tratadas com pó fluorescente e traços de materiais orgânicos, tornando-os detectáveis e documentáveis nos locais de crime e em laboratórios periciais.
Produtos Mais Procurados
- Lanterna forense UV 365 nm de alta intensidade: irradiância 6.000 mW/cm² a 30 cm, LED COB de grau técnico, foco ajustável 0–60°, carcaça em alumínio T6 anodizado, IP67
- Kit forense multibanda com filtros intercambiáveis: comprimentos de onda 365, 415 e 450 nm, conjunto de óculos de contraste laranja e amarelo, maleta de transporte rígida
- Lâmpada Wood's de bancada 100W para laboratório pericial: filtro de Wood em vidro de bário-silicato, irradiância uniforme sobre área 30×30 cm, suporte articulado com fixação magnética
- Lanterna UV criminalística recarregável 395 nm: bateria 18650 substituível, carga via USB-C, 500 lm UV, tempo de operação 4 h contínuas, lanyard de segurança incluso
- Fonte de luz forense portátil multifuncional: 450 nm azul mais 365 nm UV, 50W fibra óptica, guia de luz articulado 1 m, intensidade ajustável por dimmer analógico
Na utilização de lâmpadas de luz negra para análise forense, o profissional deve sempre usar os filtros de contraste adequados ao comprimento de onda da fonte e ao tipo de evidência investigada, seguindo protocolos estabelecidos por órgãos como o Instituto Nacional de Criminalística, para garantir a integridade da cadeia de custódia e a validade probatória das evidências reveladas.