Encontramos 3 fornecedores de Fertilizante Organomineral para Grãos

Inbc Group

Fornece: Fertilizantes a Disco para Culturas de Grãos, Fertilizantes Foliares para Fruticultura, Fertilizantes Foliares para Cereais, Adubos Foliares e mais outras 6 categorias

Palhoça - SC
Desde 2018
1-10 funcionários
Fabrica Fertilizante Colina

Fornece: Fertilizantes Agrícolas Líquidos, Fertilizante Organomineral, Fertilizante Organomineral para Grãos, Fertilizantes à Base de Nitrogênio

Colina - SP
Desde 2021
Spraytec Fertilizantes

Fornece: Ácido Húmico, Quarteadores de Fertilizantes, Fertilizantes a Disco, Fertilizantes Foliares para Fruticultura e mais outras 5 categorias

Maringá - PR
Desde 2005
101-500 funcionários

Fertilizante Organomineral para Grãos

Fertilizantes organominerais para grãos são insumos agrícolas que combinam matérias-primas de origem orgânica e mineral, proporcionando nutrição balanceada e de liberação gradual para cultivos de soja, milho, feijão, sorgo, entre outros cereais. Usados principalmente no agronegócio, esses produtos atendem produtores rurais e cooperativas que buscam produtividade elevada com práticas sustentáveis, alinhadas às exigências ambientais e produtivas da agricultura moderna. São amplamente aplicados em sistemas de plantio direto, manejo de solos e em programas de agricultura de precisão para otimização da adubação.

Produtos Mais Procurados

  • Fertilizante Organomineral Granulado NPK 8-28-16: Indicado para a fase de semeadura de grãos, oferece alto teor de fósforo para favorecer o desenvolvimento radicular inicial.
  • Fertilizante Organomineral em Pó para Milho: Apresenta composição específica para atender as demandas nutricionais do milho, com micronutrientes como zinco e boro.
  • Fertilizante Organomineral Líquido de Liberação Controlada: Utilizado em fertirrigação, permite ajuste preciso de dosagem conforme estágio fenológico das plantas.
  • Fertilizante Organomineral com Enxofre e Cálcio: Recomendado para correção de solos com deficiência desses nutrientes, promovendo melhor absorção dos elementos principais.
  • Adubo Organomineral Classe A – Alta Concentração de Matéria Orgânica: Indicado em solos arenosos e para sistemas de rotação, melhorando a capacidade de retenção de água e nutrientes.
  • Fertilizante Organomineral de Alta Solubilidade para Semeadura Direta: Desenvolvido para aplicação direta no sulco, apresenta granulometria fina e rápida absorção pelas raízes.

Os fertilizantes organominerais para grãos variam conforme a proporção de matéria-prima orgânica, formulação (NPK, micronutrientes), tipo físico (granulado, pó ou líquido), solubilidade, granulometria e compatibilidade com maquinários de distribuição. Compradores costumam avaliar normas técnicas, registro MAPA, índices de liberação controlada e parâmetros de pureza, buscando soluções otimizadas para culturas específicas, regiões produtoras e tecnologias de plantio.

Perguntas Frequentes

Fertilizante organomineral para grãos é um produto que combina nutrientes minerais (NPK e micronutrientes) com matéria orgânica de origem animal ou vegetal, formulado especificamente para as exigências nutricionais de culturas como soja, milho, arroz, trigo e feijão. A fração orgânica melhora a estrutura do solo, a capacidade de troca catiônica e a atividade microbiana, enquanto os minerais fornecem nutrientes em concentrações adequadas, resultando em maior eficiência de aproveitamento nutricional e menor perda por lixiviação comparado a fertilizantes puramente minerais.

O mercado oferece formulações granuladas para aplicação a lanço e no sulco de semeadura, pellets com diferentes relações NPK e teor de matéria orgânica, formulações líquidas para fertirrigação e foliar, e compostos enriquecidos com aminoácidos e ácidos húmicos e fúlvicos para maior eficiência radicular. Produtos específicos por cultura (soja, milho, arroz irrigado) com ajuste da relação N:P:K e inclusão de enxofre, zinco e boro são disponíveis, atendendo recomendações de análise de solo e foliar.

Os fertilizantes organominerais são regulamentados pelo MAPA por meio do Decreto 4.954/2004, da Instrução Normativa 35/2006 e da IN 61/2020, que estabelecem definições, padrões de qualidade, limites máximos de metais pesados, teor mínimo de matéria orgânica e requisitos de registro. Os produtos devem ser registrados no Cadastro de Fertilizantes do MAPA. A responsabilidade técnica pela formulação e produção exige engenheiro agrônomo responsável com registro no CREA.

A aplicação segue prescrição agronômica baseada em análise de solo e expectativa de produtividade. Para soja e milho, a aplicação no sulco de semeadura é mais eficiente por posicionar nutrientes próximos às raízes na fase inicial. A aplicação a lanço incorporada na pré-semeadura é indicada para doses maiores de fósforo e potássio. A compatibilidade com inoculantes de Bradyrhizobium deve ser verificada para leguminosas, pois altas concentrações salinas podem reduzir a viabilidade dos microrganismos fixadores de nitrogênio presentes nos inoculantes.

O fertilizante mineral contém somente nutrientes inorgânicos de alta concentração e solubilidade imediata, com rápida disponibilidade mas maior risco de lixiviação. O fertilizante orgânico é de liberação lenta, melhora a biologia do solo, mas possui baixa concentração de nutrientes por unidade de massa. O organomineral combina as vantagens de ambos: concentração adequada de nutrientes com matéria orgânica que melhora a eficiência de absorção, a vida microbiana e a estrutura física do solo, resultando em maior produtividade sustentável.

O Cerrado brasileiro, especialmente Mato Grosso, Goiás, Bahia e Minas Gerais, concentra a maior demanda, em razão dos solos altamente intemperizados (Latossolos) com baixa CTC natural. Sojicultores e milhoeiros de grande escala são os principais compradores, seguidos por produtores de arroz irrigado no Sul. A crescente exigência de práticas sustentáveis por mercados exportadores europeus e asiáticos e programas como o ABC+ (Agricultura de Baixo Carbono) impulsionam a adoção de organominerais como substitutos parciais dos fertilizantes puramente minerais.

O desenvolvimento de formulações com bioestimulantes (extrato de algas, aminoácidos e quitosana) incorporados ao granulado, a inclusão de consórcios microbianos de solubilizadores de fósforo e promotores de crescimento e o uso de polímeros de revestimento para controle de liberação (slow-release) são as principais inovações. A rastreabilidade de origem da matéria orgânica via blockchain, atendendo exigências de sustentabilidade de compradores internacionais, e a personalização de fórmulas por zona de manejo em agricultura de precisão também ganham espaço no mercado.

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