Encontramos 3 fornecedores de Drageados de Chocolate ao Leite

Doce Mordida

Fornece: Amendoim Doce com Cobertura de Chocolate, Cápsulas de Óleo de Coco, Chocolate ao Leite para Culinária, Chocolate Granulado para Sorveterias e mais outras 8 categorias

Ribeirão do Pinhal - PR
Desde 2021
Cacau Foods Do Brasil Industria De Alimentos Ltda

Fornece: Cacau em Pó, Massa de Cacau, Manteiga de Cacau, Processamento de Chocolate em Pó e mais outras 7 categorias

Marília - SP
Desde 2008
Bitcoffee - O Melhor Do Cafe De Comer

Fornece: Ingredientes para a Indústria de Chocolates, Processamento de Chocolate, Massa de Cacau, Manteiga de Cacau para Chocolates e mais outras 13 categorias

Vila Velha - ES
Desde 2019

Drageados de Chocolate ao Leite

Os drageados de chocolate ao leite são produtos alimentícios compostos por núcleos – como amêndoas, amendoins, castanhas, cereais ou frutas secas – revestidos com uma camada uniforme de chocolate ao leite, obtida por meio do processo de drageamento industrial. Estes drageados são amplamente utilizados pela indústria alimentícia para incorporação em linhas de confeitaria, panificação, produção de snacks, misturas para sorvetes, presentes corporativos e soluções de vending machine. Indústrias de eventos e food service também integram drageados em embalagens personalizadas ou na composição de kits promocionais.

Produtos Mais Procurados

  • Drageados de Amendoim Cobertos com Chocolate ao Leite: Aplicados em fabricação de snacks industriais e linhas de bomboniere, peso variando entre 2g e 5g por unidade.
  • Drageados de Castanha de Caju ao Leite: Indicado para produtos premium; revestimento com teor mínimo de 30% de chocolate e controle rigoroso de granulometria.
  • Drageados de Cereal Crocante: Voltados ao segmento de misturas para sorvetes e granolas, resistência à umidade e opções em diferentes tamanhos granulométricos (3 mm a 8 mm).
  • Drageados de Uva Passa ao Leite: Com alta estabilidade para distribuição em atacado; embalagens industriais de 1 kg a 25 kg.
  • Mini Drageados Decorativos para Confeitaria: Utilizados em panificação para acabamento de bolos e doces; disponíveis em formatos e cores variadas.
  • Drageados de Chocolate ao Leite com Recheio Cremoso: Solução para diversificação de portfólio gourmet, com notas sensoriais diferenciadas e shelf life estendido.

As especificações técnicas relevantes para compras industriais incluem proporção de chocolate na cobertura (mínimo de 30-35%), teor residual de umidade (<2%), atendimento a normas sanitárias específicas da ANVISA, tamanho padronizado dos núcleos e resistência ao derretimento ou abrasão durante o transporte. A escolha dos drageados deve considerar compatibilidade com o processo produtivo, requisitos de embalagem (primária e secundária), shelf life, e condições ideais de estoque e transporte.

Perguntas Frequentes

Drageados de chocolate ao leite são confeitos formados por um núcleo sólido — como amêndoas, avelãs, passas ou cereais — recoberto por camadas sucessivas de chocolate ao leite aplicadas em processo de drageamento (panning), que consiste na rotação contínua do núcleo em caldeirão cônico enquanto o chocolate é adicionado e resfriado em camadas até atingir a espessura e o acabamento desejados.

O núcleo pode ser de amêndoa, castanha, avelã, amendoim, uva passa, cereja, laranja cristalizada, biscoito, arroz tufado, goma de gelatina ou crocante de caramelo. O revestimento de chocolate ao leite pode receber acabamento fosco, brilhante (com goma shellac ou carnaúba), colorido por cobertura de açúcar ou ser encapsulado em camada de cacau em pó. Formatos incluem drageados ovais, esféricos e irregulares conforme o núcleo utilizado.

Sim. A RDC 264/2005 da Anvisa estabelece que o chocolate ao leite deve conter no mínimo 25% de sólidos totais de cacau e mínimo 12% de sólidos de leite. A RDC 429/2020 e a IN 75/2020 regulam a rotulagem nutricional obrigatória. Alegações de alergênicos (amendoim, castanhas, leite) devem constar no rótulo conforme RDC 26/2015. O SIF (Serviço de Inspeção Federal) é obrigatório para comercialização interestadual.

Os drageados devem ser armazenados entre 15 °C e 18 °C, com umidade relativa do ar inferior a 60%, longe de fontes de calor, luz direta e odores fortes. Temperaturas acima de 28 °C provocam o fat bloom (afloramento de gordura) — manchas esbranquiçadas na superfície — que compromete a aparência sem afetar a segurança alimentar. Embalagens seladas com barreira a umidade e oxigênio prolongam o prazo de validade, que em condições adequadas varia de 6 a 12 meses.

O chocolate ao leite possui perfil mais suave e doce que o amargo, com maior teor de açúcar e gordura de leite. O chocolate branco, tecnicamente uma cobertura de manteiga de cacau, é mais sensível ao calor. Cobertura fracionada (compound) — feita com gordura vegetal no lugar de manteiga de cacau — tem menor custo e maior estabilidade térmica, mas sabor e textura inferiores, sendo proibida de receber a denominação "chocolate" pela Anvisa.

Os principais compradores no segmento B2B são redes de varejo alimentar, distribuidores de confeitaria, empresas de food service, confeitarias artesanais que utilizam drageados como ingrediente, fabricantes de misturas para sobremesas e empresas de brindes corporativos e cestas temáticas. Importadores e exportadores também movimentam esse produto em embalagens de maior gramatura para revenda.

O mercado avança com drageados com recheios funcionais — núcleos de oleaginosas ativadas, grãos antigos e frutas desidratadas sem açúcar adicionado — voltados ao público de alimentação saudável. Versões com chocolate ao leite de origem controlada (single origin) e cacau certificado Rainforest Alliance ou Fairtrade ganham espaço no segmento premium. Embalagens individuais compostáveis e recarga a granel em zero-waste stores são tendências no varejo sustentável.

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