Encontramos 8 fornecedores de Doces Enlatados de Frutas

Feito da Bananeira - Biomassa de Banana Verde

Fornece: Biomassa de Banana Verde Orgânica, Biomassa de Banana Verde, Bijuterias Ecológicas, Antepastos Orgânicos em Conserva e mais outras 11 categorias

Registro - SP
Desde 2019
1-10 funcionários
Bananinha Paraibuna

Fornece: Bananada Tradicional, Doce de Banana Embalado, Docinhos para Festas, Docinhos para Presentes Corporativos e mais outras 9 categorias

Paraibuna - SP
Desde 1990
101-500 funcionários
Geleias Minas Gourmet

Fornece: Geléias Artesanais, Geléias de Frutas, Geléias Gourmet, Geléias Light e mais outras 6 categorias

Fama - MG
Desde 2016
1-10 funcionários
Uniagro

Fornece: Damascos Desidratados, Frutas Secas, Uva Passa, Alimentos em Conserva e mais outras 5 categorias

Porto Alegre - RS
51-100 funcionários
Mirahy

Fornece: Doces Enlatados de Frutas

Miraí - MG
Desde 1980
Doces Bidi Ltda

Fornece: Doces Enlatados de Frutas

Pelotas - RS
Desde 1995
Doces Da Serra Vo Cecy

Fornece: Doces Enlatados de Frutas

Ipixuna do Pará - PA
Desde 2010
Doces Real

Fornece: Doces Enlatados de Frutas

Aragoiânia - GO
Desde 1985

Doces Enlatados de Frutas

Doces enlatados de frutas são produtos processados e acondicionados em embalagens metálicas seladas, empregando tecnologia de conservação, pasteurização ou vácuo para garantir qualidade e durabilidade. Ampliamente utilizados na indústria alimentícia, padarias industriais, confeitarias, fábricas de sorvetes, hotéis e cozinhas institucionais, esses insumos oferecem padronização de sabor, rendimento e segurança alimentar. Seu uso é estratégico na produção em larga escala, em processos onde a uniformidade e o controle de especificações técnicas são essenciais, inclusive para atendimento a normas sanitárias e rotulagem exigidas pelo mercado nacional e internacional.

Produtos Mais Procurados

  • Doce de Goiaba Enlatado: Aplicado como recheio em biscoitos, bolos industriais ou bases para sobremesas; disponível em seleções de textura cremosa ou pedaçuda, conforme demanda da linha de produção.
  • Doce de Abacaxi em Calda: Utilizado em fabricação de iogurtes, sobremesas industrializadas e linhas ready-to-eat; apresenta variações quanto ao grau Brix e tamanho dos pedaços.
  • Doce de Figo em Calda: Empregado em indústrias de confeitaria, conserva de frutas e catering, pode ser especificado por diâmetro e consistência das unidades.
  • Doce de Mamão Verde em Calda: Indicado para processamento industrial em coberturas e recheios; disponível em cortes variando de cubos a tiras, com controle de umidade e teor de açúcar.
  • Doce de Laranja em Tiras Enlatada: Aplica-se em panificação e fabricação de doces cristalizados; fornecedores detalham parâmetros como dimensão das tiras e pH.
  • Doce de Banana Enlatado: Utilizado na formulação de massas doces e barras energéticas; especificado por modelos de embalagem metálica (peso, fechamento hermético e resistência ao processo térmico).

Os doces enlatados de frutas podem variar conforme especificações técnicas como capacidade volumétrica da embalagem (latas de 2kg, 3,1kg ou tamanhos institucionais), grau de acidez, concentração de sólidos solúveis, ingredientes adicionais (preservantes, antioxidantes), além de adequação às normas técnicas da ANVISA e padrões internacionais de exportação. Compradores costumam avaliar critérios de padronização, validade, integridade do enlatamento e rastreabilidade dos lotes para suas operações industriais.

Perguntas Frequentes

Doces enlatados de frutas são preparações adoçadas à base de frutas, acondicionadas em embalagem metálica para consumo direto ou uso em receitas. Eles são utilizados por empresas de alimentação, padarias, confeitarias e cozinhas industriais que precisam de praticidade e padronização no fornecimento. Também podem atender revendedores e distribuidores que trabalham com itens de mercearia. A principal vantagem é a consistência de sabor e textura, facilitando o controle de porções e o aproveitamento em diferentes aplicações culinárias.

Os principais tipos variam conforme a fruta, o ponto de corte e a textura da preparação. Há versões em pedaços, em calda, em pasta e em compota, cada uma indicada para usos diferentes. Algumas formulações privilegiam frutas específicas, como abacaxi, pêssego, goiaba e outras variedades comuns no setor alimentício. A escolha depende do tipo de receita, da padronização desejada e do perfil de consumo. Para revenda, a variedade também ajuda a atender públicos com preferências distintas.

A escolha depende do uso final, da composição e do padrão de qualidade exigido. É importante avaliar o tipo de fruta, o teor de açúcar, a consistência e o tamanho da embalagem, especialmente quando há consumo em escala. Empresas de food service e indústrias costumam priorizar produtos com lote uniforme e boa performance em preparo. Para revenda, a aceitação comercial e a regularidade de fornecimento também contam. Em compras corporativas, comparar especificações técnicas ajuda a evitar variações indesejadas no resultado final.

Sim, eles podem ser usados como ingrediente ou componente em linhas de produção alimentícia. Indústrias de bolos, sobremesas, recheios e produtos prontos costumam utilizar esse tipo de item pela facilidade de aplicação e pela padronização do sabor. O importante é verificar se a formulação atende ao processo produtivo, considerando textura, estabilidade e rendimento. Em muitos casos, a regularidade do lote é fundamental para manter o mesmo resultado em grande escala e reduzir ajustes na produção.

Antes de comprar em volume, é essencial conferir peso líquido, composição, lista de ingredientes, presença de alergênicos e informações nutricionais. Também vale observar o tipo de fruta, o ponto de conservação e a uniformidade do produto entre lotes. Para revenda e distribuição, a padronização da embalagem e da rotulagem facilita a operação comercial. Em compras corporativas, esses dados ajudam a comparar fornecedores e a garantir que o item esteja adequado ao uso previsto, sem surpresas na aplicação.

Esse tipo de produto deve seguir as exigências sanitárias e de rotulagem aplicáveis a alimentos industrializados no Brasil. Em geral, é importante que o fornecedor trabalhe com processos regularizados e documentação compatível com a comercialização do item. Para compradores corporativos, vale verificar se o produto apresenta identificação de lote, validade e informações obrigatórias no rótulo. Isso ajuda no controle interno, na rastreabilidade e na conformidade com os padrões exigidos por redes, distribuidores e operações alimentícias.

Esse produto é comprado principalmente por atacadistas, distribuidores, supermercados, padarias, confeitarias, redes de alimentação e cozinhas industriais. Também é comum em empresas que utilizam frutas processadas como ingrediente em sobremesas, recheios e preparações prontas. No canal de revenda, há demanda por itens de giro constante e boa aceitação comercial. Já no uso empresarial, o foco costuma ser praticidade, padronização e rendimento. Por isso, a categoria atende tanto ao varejo quanto a operações de produção e serviço de alimentos.

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