Encontramos 2 fornecedores de Desfibriladores Externos Automáticos

Toth Lifecare

Fornece: Teste Rápido de COVID-19, Termômetros Infravermelhos, Medidores de Temperatura, Desfibriladores Externos Automáticos - DEA e mais outras 12 categorias

Campo Bom - RS
Dc Heart Desfibriladores E Sistemas Medicos Ltda

Fornece: Eletrodos para Desfibriladores, Desfibriladores Externos Automáticos, Desfibriladores Dea para Hospitais, Desfibriladores Dea para Ambientes Públicos e mais outras 8 categorias

Nova Lima - MG
Desde 2011

Desfibriladores Externos Automáticos

Os desfibriladores externos automáticos (DEA) são dispositivos médicos eletromédicos destinados ao tratamento imediato da fibrilação ventricular e da taquicardia ventricular sem pulso, condições que representam as principais causas de parada cardiorrespiratória súbita. Homologados pela Anvisa conforme a RDC 185/2001 e classificados como produtos para saúde de risco classe III, os DEAs são projetados para uso por leigos treinados e profissionais de saúde, sendo obrigatórios em locais de grande circulação conforme legislações estaduais e municipais. São aplicados em empresas industriais com brigadas de emergência, academias, aeroportos, estádios, centros comerciais e estabelecimentos de saúde.

Produtos Mais Procurados

  • DEA bifásico com análise automática de ritmo: analisa o ECG e instrui o operador por voz e visor, com energia de choque regulável entre 120 J e 360 J
  • Eletrodos pediátricos e adultos: consumíveis descartáveis com gel condutor integrado, validade de 2 a 5 anos, compatíveis com múltiplas marcas via adaptadores
  • Maleta e suporte de parede com alarme: acessórios de armazenamento que garantem acesso rápido e sinalização conforme NBR 13434
  • DEA conectado (connected AED): transmissão de dados em tempo real via GSM/Wi-Fi para monitoramento da localização e status do dispositivo
  • Kit de treinamento com DEA simulador: utilizado em cursos de suporte básico de vida (SBV) e treinamento de brigadas

A manutenção preventiva deve seguir o protocolo do fabricante e contemplar verificação periódica da bateria, integridade dos eletrodos e registro no SNGPC/Anvisa quando aplicável. A aquisição corporativa deve incluir treinamento certificado pelo COREN ou CFM para os operadores designados, além de plano de inspeção mensal documentado.

Perguntas Frequentes

O desfibrilador externo automático (DEA) é um equipamento médico portátil que analisa o ritmo cardíaco da vítima e, quando detecta fibrilação ventricular ou taquicardia ventricular sem pulso, aplica um choque elétrico controlado para restaurar o ritmo cardíaco normal. É utilizado em situações de parada cardiorrespiratória súbita fora do ambiente hospitalar, podendo ser operado por leigos após treinamento básico. Quando usado nos primeiros 3 a 5 minutos após a parada, eleva a taxa de sobrevivência para acima de 70%.

Os DEAs são classificados em totalmente automáticos — que aplicam o choque sem ação do operador — e semiautomáticos, que instruem o operador a pressionar um botão para o choque. Modelos diferem em peso (700 g a 3 kg), resistência (classes IP54 a IP56), vida útil das baterias (2 a 5 anos), idioma das instruções de voz e compatibilidade de eletrodos. Há versões pediátricas ou com eletrodos adaptativos que reduzem automaticamente a energia para crianças menores de 8 anos ou 25 kg.

Os DEAs são dispositivos médicos classe III no Brasil, sujeitos ao registro obrigatório na Anvisa (RDC 185/2001 e legislação correlata). Devem atender às normas ABNT NBR IEC 60601-1 (segurança elétrica de equipamentos médicos) e IEC 60601-2-4 (requisitos específicos para cardioversores-desfibriladores). A instalação em locais de grande circulação é regulamentada pela Lei 9.534/2011 em âmbito federal e por legislações estaduais específicas, como a Lei Estadual 12.842/2018 de São Paulo.

O fabricante recomenda inspeções mensais para verificar a carga da bateria, a integridade dos eletrodos (dentro do prazo de validade) e a ausência de alertas no display. Baterias e eletrodos possuem vida útil definida — geralmente 2 a 5 anos para baterias e 2 anos para eletrodos — e devem ser substituídos preventivamente. O equipamento deve ser armazenado dentro da faixa de temperatura especificada (0 °C a 50 °C) e os operadores do local precisam receber treinamento periódico em RCP e uso do DEA, conforme recomendação do ILCOR.

Os equipamentos monofásicos, hoje em desuso, entregavam o choque em uma única direção, exigindo maior energia (360 J). Os bifásicos — padrão atual — aplicam corrente em duas fases opostas, sendo eficazes com energia significativamente menor (120 a 200 J), o que reduz danos ao miocárdio e melhora as taxas de reversão. Tecnologias bifásicas incluem a onda bifásica truncada exponencial (BTE) e a bifásica retilínea (RLB), com desempenho clínico equivalente, variando principalmente por patente do fabricante.

Aeroportos, estações de metrô, shoppings, estádios, academias, escolas, empresas com mais de 300 funcionários, hospitais para uso externo e equipes de emergência pré-hospitalar são os principais compradores. Municípios têm adquirido DEAs para equipar espaços públicos, reforçando redes de sobrevivência. Planos de saúde corporativos e seguradoras incentivam a instalação em empresas como parte de programas de saúde ocupacional, reduzindo riscos trabalhistas e cumprindo obrigações legais crescentes.

DEAs conectados via IoT permitem monitoramento remoto do status operacional e alertam gestores em caso de uso ou falha de bateria. Integração com aplicativos de localização — como o sistema PulsePoint — comunica usuários próximos treinados sobre paradas cardíacas e a localização do DEA mais próximo. Eletrodos com tecnologia de análise de RCP em tempo real fornecem feedback de profundidade e ritmo das compressões. Miniaturização e redução de custo expandem a instalação em aviões, embarcações e veículos de emergência.

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