Encontramos 1 fornecedores de Cerâmicas Técnicas para Eletrônica

Atcp Do Brasil-Alves Teodoro Ceramicas Piezoeletricas Do Brasil Ltda

Fornece: Cerâmicas Técnicas para Eletrônica, Cerâmicas para Capacitores, Cerâmicas para Resistores, Cerâmicas para Substratos de Circuitos e mais outras 4 categorias

Ribeirão Preto - SP
Desde 2000

Cerâmicas Técnicas para Eletrônica

Cerâmicas técnicas para eletrônica são materiais inorgânicos não metálicos de alta pureza, processados por sinterização para obter propriedades dielétricas, piezoelétricas, termoelétricas ou de condutividade controlada, essenciais em componentes passivos, substratos, isoladores e sensores de alta performance. Aplicadas em indústrias de semicondutores, telecomunicações, automação industrial, energia e aeroespacial, esses materiais atendem às normas ASTM C1326 (tenacidade à fratura), IEC 60672 (isoladores cerâmicos) e às especificações militares MIL-C-11015 quando exigidas em projetos de defesa e aeroespacial.

Produtos Mais Procurados

  • Substratos de alumina (Al2O3) 96% e 99,6%: para circuitos híbridos, módulos de potência e dissipadores de calor em eletrônica de potência
  • Cerâmicas piezoelétricas PZT (zirconato-titanato de chumbo): utilizadas em sensores de pressão, atuadores, transdutores de ultrassom e dispositivos MEMS
  • Nitreto de alumínio (AlN) para gerenciamento térmico: condutividade térmica de 170-220 W/m·K, substituto do BeO sem toxicidade, em módulos IGBT e LED de alta potência
  • Isoladores cerâmicos de esteatita e porcelana de alta tensão: uso em passantes de transformadores, subestações e equipamentos de média e alta tensão
  • Zircônia (ZrO2) estabilizada com ítria (YSZ): sensores de oxigênio (sonda lambda), eletrólitos para células de combustível SOFC e ferramentas de corte de precisão
  • Capacitores cerâmicos multicamadas (MLCC) e substratos LTCC: para eletrônica embarcada, RF/microondas e módulos de sensores miniaturizados

Cerâmicas técnicas para eletrônica são selecionadas com base na permissividade elétrica (Er), no fator de dissipação (tan delta), na condutividade térmica, na resistência ao choque térmico e na compatibilidade com processos de metalização (prata, ouro, tungstênio). Fornecedores devem apresentar certificados de composição química, curvas de sinterização e laudos de caracterização por DRX e MEV para garantir repetibilidade de lote em aplicações críticas.

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