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Fornece: Museu de Arte, Bombas Alternativas , Bombas Alternativas para Indústria Química, Bombas Alternativas para Indústria de Petróleo e mais outras 1 categorias
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Bombas Alternativas para Tratamento de Água
As bombas alternativas para tratamento de água são equipamentos de deslocamento positivo empregados nas etapas de dosagem, transferência e pressurização de fluidos em estações de tratamento de água (ETAs), estações de tratamento de efluentes (ETEs), sistemas de dessalinização, abastecimento industrial e tratamento de água de caldeiras. Sua precisão volumétrica e capacidade de operar contra alta contrapressão as torna ideais para injeção de coagulantes, floculantes, desinfetantes, antiincrustantes e correção de pH. As especificações seguem os requisitos da ABNT NBR 12.213, normas AWWA e diretrizes da ANA para equipamentos em instalações de saneamento.
Produtos Mais Procurados
- Bomba dosadora eletromagnética para cloro e hipoclorito: vazão de 0,5 a 30 L/h, cabeçote em PVC/PVDF, com saída analógica 4-20 mA para integração em CLP e SCADA de ETAs
- Bomba peristáltica para dosagem de polímeros e coagulantes: sem selos mecânicos, mangueiras em silicone ou Viton, adequada para fluidos viscosos e de difícil vedação
- Bomba de diafragma para transferência de lodo ativado: operação pneumática ou elétrica, resistência a abrasão, com passagem para sólidos de até 6 mm
- Bomba dosadora proporcional para fluoretação de água: dosagem proporcional ao fluxo da linha, com pulso de medidor, atendendo à Portaria GM/MS 888/2021 do Ministério da Saúde
- Bomba de alta pressão para sistemas de osmose reversa: pressão de até 80 bar, eficiência energética com recuperador de pressão, construção em aço inox AISI 316L
Os materiais em contato com a água tratada para consumo humano devem atender à NSF/ANSI 61 ou equivalente nacional aceito pela Anvisa. A seleção técnica deve considerar a compatibilidade química do elastômero do diafragma com o produto dosado, a taxa de dosagem requerida pelo projeto e a disponibilidade de manutenção preventiva com peças homologadas pelo fabricante.
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Perguntas Frequentes
Bombas alternativas para tratamento de água são utilizadas na dosagem precisa de produtos químicos como coagulantes, floculantes, cloro, cal hidratada, polímeros e hipoclorito de sódio nas etapas de tratamento. Em ETAs (Estações de Tratamento de Água) e ETEs (Estações de Tratamento de Efluentes), garantem a adição controlada de reagentes para correção de pH, desinfecção e precipitação de sólidos. Sua característica de deslocamento positivo assegura vazão constante independente da contrapressão do sistema.
Bombas dosadoras de diafragma eletromagnéticas e motorizadas são as mais comuns por oferecer precisão de dosagem e alta resistência química aos produtos clorados e ácidos utilizados. Bombas peristálticas (tecnologia rotativa com princípio alternativo) são empregadas para fluidos com sólidos em suspensão. Bombas de pistão são utilizadas em elevação de pressão em filtros e osmose reversa. Para grande volume, bombas de pistão duplex ou triplex garantem fluxo contínuo com baixa pulsação.
No Brasil, instalações de tratamento de água potável devem atender à Portaria GM/MS nº 888/2021 do Ministério da Saúde (padrões de potabilidade) e à ABNT NBR 12.216 (projeto de ETAs). Equipamentos em contato com água potável devem possuir certificação NSF/ANSI 61 para materiais em contato com água potável, ou atestado de conformidade equivalente. A operação de ETAs e ETEs é regulamentada pela CONAMA 430/2011 para lançamento de efluentes tratados em corpos d'água.
A instalação deve incluir válvulas de retenção nas saídas de dosagem para evitar sifão e contaminação cruzada, tubulações de injeção em material compatível (PVC, PVDF ou polipropileno) com os produtos químicos utilizados, e acessórios de calibração (cilindro graduado) para verificação periódica da vazão. Bombas devem ser instaladas em local ventilado, com contenção secundária (bacia coletora) para eventuais vazamentos e longe de fontes de calor. A calibração mensal garante dosagem dentro dos padrões regulatórios.
Bombas dosadoras eletromagnéticas utilizam um solenóide para acionar o diafragma, operando a baixas vazões (até ~30 L/h) com alta precisão e custo acessível; são ideais para pequenas instalações e dosagens intermitentes. Bombas motorizadas usam motor elétrico com came excêntrico para acionar o diafragma, permitindo maiores vazões (até milhares de L/h), pressões mais elevadas e melhor desempenho em operação contínua. Motorizadas são preferidas em instalações de médio e grande porte com demanda constante de reagentes.
Os principais clientes incluem empresas de saneamento (concessionárias estaduais e municipais), indústrias com estações de tratamento próprias (alimentos, bebidas, papel e celulose, química e petroquímica), construtoras especializadas em obras de saneamento, empresas de serviços ambientais, hospitais e grandes condomínios industriais. O crescimento do mercado de reúso de água industrial e as exigências ambientais crescentes ampliam consistentemente a demanda por sistemas de dosagem eficientes.
O desenvolvimento avança em bombas com controle digital integrado (4–20 mA, Modbus, PROFIBUS), permitindo integração com sistemas SCADA e automação completa do processo de dosagem. Bombas peristálticas com roletes de alta durabilidade e mangueiras de longa vida reduzem manutenção. Sistemas de dosagem proporcional ao fluxo (pacing) garantem dosagem exata independente da variação de vazão na planta. A miniaturização de sistemas dosadores para instalações compactas e a IoT para monitoramento remoto são tendências consolidadas no setor.